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- Embaixadores do Esporte
Com um saque indefensável no ponto final, Marcelo Negrão se consagrou e ajudou o Brasil a conquistar o até então inédito ouro olímpico, em Barcelona-1992. Nascido em São Paulo (SP), cresceu em Recife (PE), onde começou a jogar vôlei. Eleito por duas vezes melhor jogador do mundo, foi bicampeão da Liga Mundial (1993/2001), campeão da Copa Européia de Clubes (1994) e campeão italiano (1994). Marcelo disputou a Liga Mundial de 2001 e depois foi tricampeão da Superliga em 2003, pelo Ulbra. Casado com Ísis Negrão, Marcelo é pai de dois meninos e é o único dos Embaixadores que continua na ativa, no vôlei de praia – dupla com Adriano.
1-) Jogar vôlei de praia exige muito do preparo físico. O que você faz para manter-se fisicamente?
Treino com bola durante uma hora e meia na areia, mais uma hora de musculação, por dia.
2-) Qual modalidade exige mais esforço físico: vôlei de praia ou de quadra?
A areia, por ser “fofa”, dificulta na hora da corrida, da impulsão para o salto. Portanto, vôlei de praia desgasta mais.
3-) Que alimentos você consome na sua rotina alimentar?
Como um pouco de tudo, claro, sem exageros. Mas o que não falta no meu prato é carne, seja vermelha ou branca.
4-) Além do vôlei, você gosta de praticar algum outro esporte?
Sim, gosto muito de natação. Por ser um esporte completo, me ajuda a manter e a desenvolver a musculatura.
5-) Qual a sua opinião sobre anabolizantes?
Todos nós sabemos que os anabolizantes não fazem bem algum para a saúde. Te dá uma “falsa” sensação de ter mais força, mas, no final, acaba prejudicando sua vida profissional e particular.
6-) Já faz o uso de anabolizantes durante algum período da carreira?
Nunca usei e nunca vou usar.
7-) Existe diferença nos treinamentos de vôlei de praia e areia?
Sim, muita. Meu corpo era acostumado a jogar em um ambiente fechado, chão liso, sem nenhuma imperfeição, bola mais leve. Agora, na areia, os treinamentos são completamente diferentes. A bola é mais pesada, o posicionamento em quadra é outro, o terreno é irregular e a céu aberto e, com o vento, a trajetória da bola muda, fazendo agente correr mais e, consequentemente, cansar mais.
8 -) Você procura incorporar sua rotina física e alimentar em sua família?
Bom, não imponho nenhuma restrição alimentar aos meus filhos. Deixo eles comerem de tudo, claro, sem exagero. Já minha esposa pratica esportes e se alimenta muito bem.
9-) O que você procura fazer nas suas horas livres para conseguir uma boa qualidade de vida?
Morando em São Paulo, a qualidade de vida fica a desejar. Nas horas livres, gosto muito de viajar, se possível para lugares que tenham praia ou posadas que tenham piscina. Assim, me sinto mais próximo dos meus filhos.
10-) Qual a importância da boa alimentação e praticar esportes?
Nos dias de hoje, com a vida estressante que vivemos, em especial nas grandes cidades, sabemos que a alimentação aliada à atividade física é um ponto fundamental para conseguirmos ter uma qualidade de vida melhor, principalmente na terceira idade.
11-) O que é ficar 10 pra você?
Para mim, ficar 10 é, primeiramente, estar bem consigo mesmo. Isto consequentemente reflete no convívio com a família e os amigos, coisa que nunca abro mão, pois eles são a base da minha vida. Como esportista, ficar bem é estar com a saúde sempre em dia, com uma alimentação balanceada, sem exageros e sempre praticando atividade física. E como não poderia faltar, ficar 10, é quando estou na quadra fazendo o que eu mais amo na vida, jogar vôlei!
Estudos afirmam que índice de doenças no coração está crescendo no sexo feminino; segundo o cardiologista Dr. Hélio Castello, rotina estressante no trabalho é uma das principais causas
No mundo mais de 17 milhões de pessoas morrem por ano vítimas de doenças cardiovasculares. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que relata ainda que esses problemas representem a maior causa de mortes no Brasil, com cerca de 360 mil casos anuais. E as mulheres ganham cada vez mais espaço dentro dessa estatística. Atualmente, cerca de 30% dos casos de infarto têm mulheres como vítimas. Estudos constatam que elas têm uma chance maior de morte depois de instalado o Infarto. “No Brasil, mais de 200 mulheres morrem por dia vítimas de Infarto, sendo as doenças cardiovasculares a principal causa de morte nelas, assim como nos homens, chegando a matar seis vezes mais que o câncer de mama, onde temos campanhas já bem estabelecidas”, afirma o cardiologista Dr. Hélio Castello, diretor da Angiocardio.
Segundo o médico, elas estão a cada ano mais expostas ao risco, pois cerca de 40% apresentam aumento da cintura abdominal, mais de 20% fumam, 18% são ex-fumantes, 23% têm seus níveis de pressão arterial acima do preconizado e 21% possuem alteração dos níveis de colesterol, além de que as mulheres estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho e, portanto, acumulam o estresse do trabalho com o dos cuidados da família, comprometendo em muito a qualidade de vida. Quanto ao cigarro, ele alerta sobre os males que esse comportamento traz ao organismo. “A nicotina vicia e o monóxido de carbono contribui para diminuir o calibre dos vasos sanguíneos, dificultando a passagem do sangue. A falta de atividade física regrada, a bebida e alimentos não saudáveis como os de fast-foods, que possuem altos índices de colesterol, contribuem no entupimento das artérias coronárias. É o cenário perfeito para um infarto ou um derrame”, alerta o cardiologista.
Existem alguns fatores que agravam a instalação da doença do coração nas mulheres que seriam: a associação da pílula anticoncepcional com o cigarro, que representam uma das maiores causas de Infarto em mulheres jovens, em idade fértil, aumentando o risco delas em até cinco vezes. As pílulas produzem artificialmente um estrogênio semi-sintético, que pode elevar a formação de coágulos nas artérias e veias, interrompendo a irrigação do músculo cardíaco e levando-o ao infarto. Também cresce a chance de doenças vasculares periféricas, como varizes, tromboses e até o AVC (acidente vascular cerebral), conhecido como derrame; o fato das mulheres possuírem vasos menos calibrosos e, geralmente, desenvolverem estas doenças em idades mais avançadas dificultam o tratamento; e, além disso, os sintomas às vezes são mais insidiosos e, portanto, dificultam o diagnóstico.
As mulheres costumam sofrer mais risco de terem problemas cardíacos na maturidade, a partir dos 40 anos, mas principalmente após os 50, quando chegam à menopausa. A partir desse período, diminui a produção do estrogênio, um protetor da saúde feminina. “Os hormônios estrogênios são fabricados pelo próprio corpo da mulher e são grandes aliados do coração, porque estimulam a dilatação dos vasos, facilitando o fluxo sanguíneo. Após a menopausa, a proteção hormonal oferecida pelo estrogênio, que é produzido pelos ovários começa a cessar, aumentando as chances de doenças cardiovasculares”, explica o Dr. Hélio Castello.
O sintoma mais comum de quem é portador de doença cardíaca é a dor no peito, ocorrendo em cerca de 80% das pacientes. “É uma dor no meio do tórax, como um aperto, que tem intensidade e duração variadas”, indica Castello. “Ela pode irradiar-se para o braço esquerdo, pescoço e até para a mandíbula. Outros sintomas que podem ocorrer, mas que são mais raros, são a fadiga, falta de ar, palpitações e desmaios. Algumas pessoas nem apresentam tais sintomas, mas também podem ter o problema”, completa o diretor da Angiocardio.
Apenas um diagnóstico médico pode constatar o problema, mas algumas medidas podem ser tomadas para evitá-lo. Para o Dr. Hélio Castello, cortar os maus hábitos alimentares e comportamentais, e começar a praticar outros mais saudáveis é primordial. “Além de evitar o cigarro, é fundamental realizar exames de colesterol e pressão arterial a partir dos 30 anos de idade pelo menos. O controle da alimentação, aumentando o consumo de frutas, legumes e verduras, melhora a saúde e ajuda a controlar o peso, estes hábitos nós deveríamos ter e multiplicar inclusive para nossos filhos, para que eles cresçam em situação melhor. O consumo excessivo de sal e bebidas também devem ser evitados. Fazer exercícios também é importante. Uma caminhada de 30 minutos, por exemplo, é ótima e ajuda no condicionamento e na queima das calorias que ajudam a entupir os vasos sanguíneos”, finaliza. Mas segundo o especialista, consultar um médico e fazer check-ups periodicamente são as melhores formas de se evitar ou tratar o problema.
Divulgação: Rojas Comunicação
(11) 3675-4940 / 3873-6261
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Você finalmente decidiu fazer a tão sonhada cirurgia plástica, mas está com medo de saber como ficará seu visual? Está com receio que seus seios fiquem grandes demais ou que seu nariz fique muito arrebitado? Calma! Você poderá ter em suas mãos uma simulação do resultado da cirurgia antes de entrar na faca.
Um novo software (programa de computador) que permite um estudo prévio do resultado da cirurgia plástica foi desenvolvido por uma empresa americana e está sendo muito utilizado no mundo todo.
A simulação é feita de forma rápida e sem muitos transtornos. Primeiro, a equipe médica tira fotos da paciente de diversos ângulos. Essas fotos são analisadas pelo programa de computador e, com a utilização das ferramentas disponíveis no software, as mudanças são feitas pelo cirurgião plástico. Graças aos recursos disponíveis no programa, muito parecido com o já conhecido Photoshop, o médico consegue apresentar ao paciente um estudo que mostra como poderá ser o resultado da cirurgia.
Esse programa permite a simulação de cirurgia para aumentar ou diminuir os seios (mamaplastia), simula resultados das cirurgias de contorno corporal como lipoaspiração, lipoescultura e abdominoplastia (cirurgia para melhorar o abdome), rinoplastia (cirurgia de nariz), otoplastia (cirurgia para correção de orelhas em abano), blefaroplastia (cirurgia para amenizar os sinais de envelhecimento na região dos olhos), facelifting (cirurgia para rejuvenescimento da face), além de simular os resultados obtidos com técnicas menos invasivas como aplicação de ácido hialurônico ou toxina botulínica (famosos preenchimentos faciais).
Segundo o cirurgião plástico Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, a utilização do programa é importante, pois o cirurgião consegue avaliar previamente como será o resultado e o paciente também se sente mais seguro, pois muitas vezes chega ao consultório indeciso, sem ter a menor idéia de como ficará sua aparência após a cirurgia. O médico ressalta que o paciente deve estar ciente que trata-se apenas de uma simulação e que o resultado verdadeiro da cirurgia depende de diversos outros fatores clínicos.
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