Fique10


Previna-se: O coração pode “pifar” by editorfique10
março 30, 2009, 9:23 am
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Ao contrário do que se pensava, os problemas cardíacos podem atingir pessoas de qualquer idade, inclusive adolescentes

Estress, vida sedentária, tabagismo, álcool em excesso, muitos males irreparáveis ao coração. Mas mesmo com as insistentes campanhas publicitárias, conselhos de médicos e de especialistas, pouca gente dá a atenção devida a este perigo, que aflige milhões de brasileiros, e o que é pior, pouca gente sabe que os problemas cardíacos também podem atingir pessoas jovens – inclusive os adolescentes. Além disso, uma pessoa que também tenha uma vida normal, que faça exercícios com frequência, não fuma, nem bebe e que viva com tranqüilidade sem preocupações também pode ter problemas com o coração.

Qualquer pessoa pode ter problemas do coração, independente da sua idade. É justamente por isso que todas as pessoas, de qualquer idade, devem realizar periodicamente exames de avaliação cardíaca. Quanto mais cedo identificado um problema, maiores são as chances de tratamento e adoção de um estilo de vida adequado à realidade encontrada.

As pessoas têm uma idéia errada de que somente os velhos e os obesos é que podem ter problemas do coração. Isto não é verdade. A realização de exames, os cuidados com as alterações do trigriceres e o nível de colesterol, tudo isto é muito importante. Para aquelas pessoas, que estão no grupo de risco é essencial que se comece a corrigir seus hábitos, evitando o cigarro o álcool e também o sedentarismo, melhorando assim a qualidade de vida e evitando que venha a ser um possível paciente. Os cardiologistas afirmam que o inimigo número 1 do coração é o cigarro, que causa um mal irreparável ao órgão. Em seguida estão classificados o sedentarismo e o estress, considerado o mau do século.

Exercícios representam outro problema. Eles podem causar até mesmo um ataque fulminante se forem praticados antes de uma consulta médica para se analisar o nível de resistência. “Uma pessoa que nunca tenha feito exercícios físicos com regularidade pode sofrer um ataque e até mesmo morrer, pois ela não sabe as condições reais do seu coração”, explica o cardiologista.

Antes de iniciar a prática de exercícios é necessário que se realize os exames necessários para evitar problemas futuros. Seguindo estas recomendações cada pessoa poderá no mínimo estar garantindo uma vida mais longa e saudável e ainda contribuindo com a saúde do coração.

Fonte: http://www.canalsaude.com.br

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RONCO E APNÉIA OBSTRUTIVA DO SONO by editorfique10
março 24, 2009, 10:37 am
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O que é ronco e o que é apnéia?

Ambos podem ser classificados como distúrbios do sono e ambos estão relacionados com a passagem do ar pelas vias aéreas do sistema respiratório. Durante o sono, o tônus muscular do pescoço e da faringe decresce. Isso causa um estreitamento do espaço faríngeo e o volume de ar necessário precisa ser inspirado a uma velocidade maior, ocorrendo a vibração de tecidos moles como palato mole, úvula, língua e outros. Este é o ronco! A apnéia obstrutiva do sono é a interrupção da respiração pelo fechamento da passagem do ar ao nível da garganta. Esse fechamento pode demorar vários segundos e a pessoa só volta a respirar quando um reflexo do organismo consegue reabrir a passagem do ar. Esse dorme e acorda pode se repetir até 300 vezes numa noite!

Como o ronco e a apnéia podem ser diagnosticados?

A maneira convencional para o diagnóstico do ronco e da apnéia é a observação do sono. Nessa osbservação são identificadas as características dos distúrbios que são os ruídos altos e os “despertares” recorrentes causados pela apnéia que possuem aspecto de falta de ar. Essa observação pode ser feita domesticamente pelos familiares ou por quem durma nas proximidades. Existe também o diagnóstico médico que conta com o exame da polissonografia, que é a monitoração do sono por equipamentos eletrônicos. O exame clínico é indicado para que seja avaliada a condição do trato respiratório do paciente. Esse exame pode ser feito por um dentista ou por um médico, ambos com especialização na área.

Quais são os problemas causados pelo ronco e apnéia?

Os problemas causados são vários e na sua maioria comuns, podendo também ser divididos em: individuais, familiares, profissionais e sociais. Esta classificação nos possibilita abranger melhor os diversos incômodos e causas danosas causados pelo ronco e pela apnéia obstrutiva do sono. Como problemas individuais podemos citar dor de cabeça ao acordar, arritmia cardíaca, dificuldade de concentração, sonolência diurna excessiva e até mesmo depressão. Como problemas familiares temos incômodo geral, desagregação familiar e desunião ao dormir podendo chegar à separação do casal! Atualmente o ronco e a apnéia são reconhecidos como possíveis causadores de problemas cardíacos. O sistema circulatório de uma pessoa que apresenta apnéia é cerca de 10 anos mais envelhecido do que de uma pessoa que não apresenta o quadro. Recentes estudos ligam o quadro de morte súbita ao problema da apnéia obstrutiva.

Quais são os possíveis tratamentos?

Por ocorrerem no sistema respiratório uma atenção à desobstrução da vias aéreas é fundamental. O Ronco e a Apnéia podiam ser tratados com aparelhos para auxílio respiratório ou com intervenção cirúrgica. Os aparelhos são caros e incômodos como o “Continuous positive air pressure” ou CPAP, a cirurgia (uvulopalatofaringoplastia) apresenta índice de sucesso insatisfatório (da ordem de 47%) e deixa sequelas indesejadas em caráter permanente. Atualmente, está disponível o uso de aparelhos intra orais, capazes de índice de eficiência da ordem de 87%, que não apresentam os efeitos indesejados dos métodos anteriores. Os dispositivos intra orais apresentam a melhor relação custo/benefício devido ao alto índice de sucesso e pelo fato de não apresentar seqüelas. Eles são individuais e confeccionados por dentistas com conhecimento na área. Os dispositivos intra orais devem ser usados pelo paciente apenas na hora de dormir.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br



Alimentos Funcionais – Solução para as Doenças? by editorfique10
março 20, 2009, 10:53 am
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Com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e ao mesmo tempo o crescente aparecimento de doenças crônicas como obesidade, aterosclerose, hipertensão, osteoporose, diabetes e câncer, está havendo uma preocupação maior, por parte da população e dos órgãos públicos de saúde, com a alimentação.

Hábitos alimentares adequados como o consumo de alimentos pobres em gorduras saturadas e ricos em fibras presentes em frutas, legumes, verduras e cereais integrais, juntamente com um estilo de vida saudável (exercícios físicos regulares, ausência de fumo e moderação no álcool) passam a ser peça chave na diminuição do risco de doenças e na promoção de qualidade de vida, desde a infância até o envelhecimento.

O papel da alimentação equilibrada na manuitenção saúde tem despertado interesse pela comunidade científica que tem produzido inúmeros estudos com o intuito de comprovar a atuação de certos alimentos na prevenção de doenças. Após um longo período de trabalho a categoria de alimentos foi regulamentada recebendo a denominação de “FOODS FOS SPECIFIED HEALTH USE” (FOSHU). A tradução da expressão, para o português, é ALIMENTOS FUNCIONAIS ou NUTRACÊUTICOS

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos metabólicos ou fisiológicos através da atuação de um nutriente ou não nutriente no crescimento, desenvolvimento, manutenção e em outras funções normais do organismo humano.

 De acordo com a ANVISA, o alimento ou ingrediente que alegar propriedades funcionais, além de atuar em funções nutricionais básicas, irá desencadear efeitos benéficos à saúde e deverá ser também seguro para o consumo sem supervisão médica. O surgimento recente desses novos produtos que trazem um “algo mais”, além dos nutrientes já conhecidos, teve influência de fatores como: os altos custos com o tratamento de doenças, o avanço nos conhecimentos mostrando a relação entre a alimentação e o binômio saúde/doença e os interesses econômicos da indústria de alimentos.

 

É importante salientar que antes do produto ser liberado para o consumo deve obter registro no Ministério da Saúde e, para isso, precisa demonstrar sua eficácia e sua segurança de uso. O fabricante deve apresentar provas científicas comprovando se a alegação das propriedades funcionais referidas no rótulo é verdadeira e se o consumo do produto em questão não implica em risco e sim, em benefício à saúde da população. Lembrando ainda que as alegações podem fazer referências à manutenção geral da saúde, à redução de risco mas não à cura de doenças

 

As propriedades relacionadas à saúde dos alimentos funcionais podem ser provenientes de constituintes normais desses alimentos como no caso das fibras e dos antioxidantes (vitamina E, C, betacaroteno) presentes em frutas, verduras, legumes e cereais integrais ou através da adição de ingredientes que modifiquem suas propriedades originais exemplificada por vários produtos industrializados, tais como: leite fermentado, biscoitos vitaminados, cereais matinais ricos em fibras, leites enriquecidos com mineral ou ácido graxo ômega 3.

 

Um ponto que vale a pena ser comentado, é o fato de alguns alimentos industrializados possuírem concentrações muito baixas dos componentes funcionais, sendo necessário o consumo de uma grande quantidade para a obtenção do efeito positivo mencionado no rótulo. No caso do leite enriquecido com ômega 3, por exemplo, seria mais fácil e vantajoso, o consumidor continuar ingerindo o leite convencional e optar pela fonte natural de ômega 3 que é o peixe. Primeiro, porque normalmente os produtos industrializados com ação funcional são mais caros, segundo pois o peixe tem outros nutrientes importantes a oferecer como proteínas de boa qualidade, vitaminas e minerais. Portanto, o produto contendo a substância funcional não substitui por completo, o alimento de onde foi retirado tal composto, uma vez que apresenta apenas uma característica deste.

 

Ainda em relação aos produtos industrializados com caráter funcional, é importante esclarecer que o simples consumo desse tipo de alimento, com a finalidade de obter um menor risco para o desenvolvimento de doenças, não atingirá o objetivo proposto se não for associado a um estilo de vida saudável levando em consideração principalmente, a alimentação e a atividade física.

 

Na tabela abaixo, estão descritos alguns exemplos de compostos presentes nos alimentos funcionais e seus respectivos benefícios à saúde.  

COMPOSTOS

AÇÕES NO ORGANISMO

FONTES ALIMENTARES

Betacaroteno

 
Antioxidante que diminui o risco de câncer e de doenças cardiovasculares

 
Abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve

Licopeno

 
Antioxidante relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata

Tomate

Fibras

 
Redução do risco ao câncer de intestino e dos níveis de colesterol sangüíneo

 
Frutas, legumes e verduras em geral e cereais integrais

Flavonóides

 
Antioxidantes que diminuem o risco de câncer e de doenças cardiovasculares

 
Suco natural de uva, vinho tinto

Isoflavonas

 
Redução dos níveis de colesterol sangüíneo e do risco de doenças cardiovasculares

Soja

 
Ácido graxo ômega 3

 Redução dos níveis de colesterol sangüíneo e do risco de doenças cardiovasculares

Peixes, óleo de peixes

Pró-bióticos

 
Ajudam no equilíbrio da flora intestinal e inibem o crescimento de microrganismos patogênicos

Iogurtes, leite fermentado

 

 

 

 Por fim, uma alimentação equilibrada e variada incluindo, diariamente, alimentos de todos os grupos na proporção correta já fornece alimentos com propriedades funcionais naturais, sendo desnecessária a aquisição de produtos funcionais industrializados normalmente com custo mais elevado para obter os nutrientes essenciais e os benefícios à saúde.

 

Fonte: http://cyberdiet.terra.com.br

 

 



Música para o coração by editorfique10
março 16, 2009, 7:49 am
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Ritmo, melodia e harmonia podem fazer o peito bater mais forte e feliz. Não é só papo de gente romântica, não. É a medicina de ponta que comprova e prescreve esse benefício

Pode ser a batida pop de Sting, a cadência dos sambas de Cartola, as sinfonias de Mozart ou ainda os tangos com incorporações de jazz de Astor Piazzolla. Não importa. Basta ouvir aquela música preferida para que uma cascata de emoções positivas venha à tona, fazendo a gente reviver dez, cem, mil vezes uma situação prazerosa. Amplificações à parte, o que um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, acaba de provar e apresentar para a Associação Americana do Coração é que aquelas canções consideradas especiais para um indivíduo têm efeito direto sobre a saúde cardíaca.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores resolveram medir, por meio de ultrassom, o diâmetro dos vasos sanguíneos no braço de dez voluntários saudáveis e não fumantes logo após uma sessão com suas músicas prediletas. Os participantes, no entanto, tiveram de se submeter a um jejum musical durante os 15 dias anteriores à medição, tudo para intensificar o impacto do estímulo sonoro na hora do experimento.

No dia D, foi pedido a eles que levassem os hits que mais lhes causavam contentamento — o estilo country, o sertanejo à americana, foi disparado o mais escolhido na experiência. Depois de 30 minutos ao som das canções, os cientistas observaram um aumento de 26% no calibre dos vasos, um resultado bastante expressivo — para ter uma ideia, um vídeo com o mesmo tempo de duração e tiradas bem-humoradas provocaram uma dilatação de 19%. Ainda a título de comparação, audiotapes para induzir ao relaxamento causaram uma distensão de 11%. Já a barulheira do heavy metal deixou os vasos 6% mais estreitos e os voluntários, ansiosos.

Fonte: http://saude.abril.com.br/



Banana de manhã emagrece. Será? by editorfique10
março 11, 2009, 7:53 am
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A fruta entra obrigatoriamente na primeira refeição do dia e está afinando a cintura dos japoneses, fãs de carteirinha da chamada Dieta da Banana Matinal.

 Já ouviu falar nesse regime? Se a respostar for não, é só uma questão de tempo. Essa fruta tão popular entre nós está emagrecendo muita gente no Japão e nos Estados Unidos, países que reúnem um número cada vez maior de adeptos.

Desenvolvida por Hitoshi Watanabe, um especialista em medicina preventiva em Tóquio, ela caiu na boca do povo. Literalmente. Nunca se vendeu tanta banana por lá como no último verão, época do ano em que normalmente a melancia, entre outras frutas mais apropriadas para sucos refrescantes, é a mais consumida.

A tal dieta consiste basicamente no seguinte: no café da manhã, o candidato a magro pode comer bananas à vontade e nada mais. É desejável que beba também água em temperatura ambiente. O motivo? Bem, sabe-se que o líquido dá saciedade. Então, entraria como um coadjuvante para espantar a fome. Nas refeições seguintes, pode-se comer de tudo, mas só até as 8 da noite. Após o jantar, nada de sobremesa. Já o lanchinho da tarde permite até uma guloseima.

Os únicos itens proibidos são sorvetes, derivados do leite e álcool. A nutricionista Vanderlí Marchiori, de São Paulo, acredita que esse tipo de dieta não traga prejuízos à saúde. “Isso porque não restringe nenhum grupo de nutriente”, justifica. “Os carboidratos, tidos como vilões do emagrecimento, não ficam de fora, o que é ótimo. E a proibição de laticínios e álcool não chega a ser nenhum pecado. Afinal, esses produtos desencadeiam processos inflamatórios.” E pensar que a banana carrega o peso de ser engordativa. “Essa fama é injusta. Na verdade, além de matar rapidamente a vontade de comer, ela contém enzimas que aceleram a digestão, favorecendo uma rápida perda de peso. Sem contar que também tem fibras do tipo solúvel, aquelas que se ligam à água, formando uma espécie de gel que demora para sair do estômago”, completa Vanderlí.

O poder emagrecedor da banana deve-se também ao amido resistente, um carboidrato complexo encontrado na batata, em leguminosas e massas integrais e que, dentro do corpo, se comporta como uma fibra, favorecendo o funcionamento do intestino e dando aquela sensação de barriga cheia. Detalhe: o amido resistente aparece muito mais na banana verde. Pelo sim, pelo não, começar o dia comendo banana só pode fazer bem. Afinal, tanto a banana-prata, como a da terra, a ouro e a maçã – para citar as mais apreciadas em terras brasileiras – são lotadas de potássio, mineral imprescindível para os músculos, como bem sabem os atletas.

Fonte: http://saude.abril.com.br/