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Saiba como prevenir, identificar e tratar a Hipertensão, uma doença que afeta 17 milhões de brasileiros by editorfique10
maio 26, 2010, 4:16 pm
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Segundo pesquisas do Ministério da Saúde e dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão, mais de 17 milhões de brasileiros são hipertensos. A porcentagem da doença aumentou em todas as faixas etárias, já que atualmente, 63,2% das pessoas com 65 anos ou mais sofrem do problema, 14% da população de até 34 anos é atingida, O índice salta para 34,5%, dos 45 aos 54, e para 50,4%, dos 55 aos 64 anos.  Ainda constatou-se que a ocorrência de hipertensão é mais comum no sexo feminino (27,2%) do que no masculino (21,2%).

Dessa forma, grande parte da população (24,4%) é portadora desta doença, que é responsável por 80% dos AVCs (acidentes vasculares cerebrais), 40% dos infartos e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Apesar desses indicadores, apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença.

Mas afinal, o que é a hipertensão? A doença é resultado da alta pressão que o sangue exerce para se movimentar nas artérias. Quando atinge um valor igual ou maior que 140/90 mmHg – ou 14 por 9 – , é necessário cuidado,  porque se não controlada a hipertensão pode acarretar infarto, derrame, insuficiência cardíaca, cegueira, falência dos rins, edema agudo pelo acúmulo de sangue no pulmão, crescimento do coração (miocardiopatia dilatada hipertensiva) e angina (dor no peito).

São sintomas da hipertensão dor de cabeça na região da nuca, visão turva, sensação de cansaço, tontura, sangramento no nariz, náusea e vômito, que geralmente aparecem quando o caso está mais avançado, tornando imprescindível que tanto as mulheres quanto os homens façam sempre um check-up, que inclui uma avaliação clínica para detectar a doença.

Embora a hipertensão seja uma doença muitas vezes silenciosa, existem fatores de risco gritantes que devem ser levados em consideração para ficar em alerta sobre este problema, entre eles estão o histórico da doença na família, ingestão de grande quantidade de bebida alcoólica, tabagismo, dislipidemia (excesso de gordura no sangue), obesidade, vida sedentária, estresse e alimentação com excesso de sal. “Pessoas que têm pressão alta precisam visitar o cardiologista pelo menos a cada seis meses. Já as que tem pressão de até 12 por 8, considerada normal, devem ir ao cardiologista uma vez por ano. As crianças também precisam ter sua pressão acompanhada pelo pediatra. Vale lembrar também que 90% dos indivíduos com mais de 55 anos podem desenvolver hipertensão, mesmo aqueles que nunca tiveram pressão alta”, alerta o cardiologista Hélio Castello, responsável pela área de hemodinâmica dos Hospitais Bandeirantes e Leforte, ambos do Grupo Saúde Bandeirantes, em São Paulo.

Após o diagnóstico da doença, se o caso for considerado leve, o tratamento resume-se em uma alimentação balanceada, exercícios físicos e redução de sal. No entanto, se o problema for classificado como avançado, são receitados remédios vasodilatadores ou que inibam a vasoconstrição. “É imprescindível que paciente não interrompa o tratamento, siga as orientações do médico e tome as medicações corretamente”, afirma Hélio.



DANI BOLINA – ELEITA UMA DAS 100 MAIS DA REVISTA VIP by editorfique10
Dani Bolina

Dani Bolina

Eleita uma das 100 mais sexys pela Revista VIP, a panicat Dani Bolina começou como modelo em Porto Alegre e há 5 anos está no programa humorístico Pânico na TV, da RedeTV. A beldade nos falou um pouco sobre o início de sua carreira, sobre o Pânico e também  os truques para manter a beleza. Confira a entrevista:

1 – Você começou sua carreira como modelo em Porto Alegre. Como surgiu o convite para o Pânico na TV?Vim para São Paulo pois as oportunidades aqui são melhores que em Porto Alegre, daí participei de vários eventos. Em um deles conheci o Bolinha, produtor do Pânico e recebi o convite para participar do programa como panicat, onde estou até hoje.

2 – Você já ficou entre as 50 primeiras na lista das 100 + Sexys da revista VIP. Quantas vezes por semana você malha para manter o corpão?
Malho 3x por semana, sempre com a ajuda do meu personal trainer Rogério Sthanke

3 – Além da malhação, você faz com frequência algum tratamento para pele?
Faço sim. Atualmente tenho algumas seções de limpeza de pele com o Dr. Claudio Mutti, da Clínica Visia. Faço também alguns outros retoques pelo corpo. Vaidade feminina…

4 – Nesses cinco anos de Pânico na TV, quais foram as situações mais saia-justa que você passou?
Ah não sei dizer ao certo, foram tantas! rsrs. No quadro do delivery a gente recebia muita cantada, mas sempre soube sair bem. Tem também os atrasos em gravações que sempre acontecem… Teve a do José Toalha… aquela foi difícil. Eu e as meninas tomamos uma toalhada do Zé… Aquilo dói muito…rsrs

5 – O que você considera mais nota 10 em viver em São Paulo?
Gosto das pessoas daqui, o ambiente sempre corrido de negócios. São Paulo é a terra da oportunidade. Aqui só não se dá bem quem não quer ou tem preguiça de batalhar. Já considero SP minha segunda casa.

6 – O que não pode faltar na sua alimentação?
Como de tudo… procuro sempre manter uma alimentação equilibrada. Não tenho nenhum alimento preferido, mas tomo cuidado para não exagerar…

7 – Faz algum tipo de dieta?
Nenhuma específica. Como de tudo… Sei da importância de cada alimento para a minha saúde.

8 – Qual foi a cantada mais inusitada que você recebeu?
Recebo desde aquelas mais furadas, batidas, até algumas mais bem boladas. Só dou risada e sigo em frente, ignoro, pois sei que tudo isso é fruto do meu trabalho.

9 – Qual sua relação com as outras paniquetes e os apresentadores?
Todos nós nos damos super bem, gosto de todos lá. O Pânico é como uma família pra mim.

10 – Você tem planos para posar nua novamente?
Por enquanto não, mas estou aberta a negociações e novas ideias. Se surgir a oportunidade de novo, porque não? rs.



19 DE MAIO – DIA MUNDIAL DAS HEPATITES by editorfique10
maio 19, 2010, 3:37 pm
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Mais conhecida como Amarelão, a hepatite é atualmente uma das doenças de maior incidência no mundo. Por isso, dia 19 de maio é o dia da luta contra este problema. “Essa doença consiste na inflamação do fígado, de maneira que compromete suas funções e provoca algumas anormalidades”, afirma Paulo Abrão Ferreira, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Bandeirantes, do Grupo Saúde Bandeirantes, em São Paulo, e do ambulatório de infectologia da UNIFESP.

Entre as anormalidades, destaque para a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubina – pigmento esverdeado usado pelo fígado para produzir bile e ajudar na digestão de gorduras e funcionamento do intestino –, o qual faz com que a pele e as mucosas fiquem amareladas. Assim, quando a pessoa está com hepatite ocorre uma dificuldade de metabolização e eliminação da bile para o intestino. Outra consequência da doença é a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas. Além disso, a hepatite, ao longo dos anos, pode dar origem à cirrose, estágio final da inflamação no fígado que destrói as células, forma fibrose (tecido de cicatrização que não tem a função das células saudáveis), nódulos (outra tentativa frustrada do organismo para realizar as funções das células sadias) e impede que o sangue circule livremente pelo fígado.

Mas, afinal, como se adquire a hepatite? São vários fatores que podem causar a doença, o que faz com que o tratamento e as consequências variem de acordo com cada caso. “A hepatite pode ser auto-imune, no caso do sistema imunológico classificar seus próprios tecidos como estranhos, atacando-os para destruí-los; também pode ser causada por ingestão exagerada de álcool, medicamentos e drogas, visto que é no fígado que essas substâncias são processadas; ou pode ser viral (adquirida através de vírus)”, diz o infectologista.

As hepatites virais, as mais comuns, são classificadas em A, B e C. A do tipo A, conhecida como hepatite do viajante, é transmitida por via oral devido a ingestão de água e alimentos contaminados, no caso de contato com as fezes humanas, sendo comum quando o saneamento básico é precário. Para evitar a contaminação existe vacina apropriada. Quando adquirida, os sintomas começam a aparecer após cerca de 30 dias, sendo que os iniciais são mais amenos, como fadiga, o mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, febre baixa, desconforto na região do abdome e diarréia. Em 60% dos adultos e em 25% das crianças é comum a icterícia. Não é considerada uma hepatite grave e seu índice de mortalidade é muito baixo. Não há um tratamento específico, de maneira que a melhor forma de evitá-la é através da higiene e da vacinação.

Já a hepatite B é transmitida sexualmente ou via sangue (transfusão e uso de drogas ilícitas), agulhas, materiais cortantes contaminados como na colocação de piercings e no processo de realização de uma tatuagem, em tratamentos dentários, alicates de manicures e até mesmo em sessões de depilação. “A doença pode se tornar crônica em 15% dos casos, sendo que dessa porcentagem cerca de 25% a 40% podem evoluir para a cirrose”, revela Ferreira. Seus sintomas se aproximam da hepatite do tipo A e podem ser manifestados após um período de 90 dias. Como prevenção da doença recomenda-se o uso de preservativo nas relações sexuais assim como materiais cortantes e agulhas esterilizadas ou descartáveis. Também são indicadas as três doses da vacina de hepatite B e reforço a cada 10 anos.

A hepatite C, considerada pela Organização Mundial de Saúde o maior problema de saúde pública, é a responsável pela maioria dos transplantes hepáticos, já que estima-se que 3% da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. Essa transmissão, que ocorre mais facilmente do que a AIDS, geralmente acontece através de acidentes profissionais, transfusão de sangue e injeção compartilhada de drogas ilícitas de pessoas que têm o sangue ou secreção contaminados pelo vírus HCV.

Diferente dos sintomas das hepatites A e B, a maioria dos casos de hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, quando eles se manifestam, são muito leves. “O alerta para a doença se faz necessário, visto que mais de 80% das pessoas contaminadas chegam a desenvolver hepatite crônica e só descobrem o problema através de exames pedidos por outros motivos”, complementa. Todos os indivíduos que já apresentaram fatores de exposição ao vírus devem solicitar ao médico que peça o exame específico para o diagnóstico, pois a doença tem um longo período sem sintomas. Em alguns casos, a doença aflora e é percebida décadas após a contaminação, através das complicações: cirrose em 20% e câncer de fígado em 20% dos casos com cirrose. Por isso, a prevenção é imprescindível e pode ser feita com o uso de materiais cortantes esterilizados ou descartáveis, pois não existe vacina para a hepatite C. “O período de incubação do vírus da hepatite C é de 45 dias. Esta doença tem tratamento com interferon peguilado e ribavirina, com chance de cura completa em cerca de 50% dos casos. Possuem melhores respostas ao tratamento os pacientes com idade inferior a 40 anos, do sexo feminino, mais magros”, finaliza o infectologista.

É fundamental a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento especializado das hepatites para evitar complicações futuras.