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Depilação para todas as mulheres – Para eliminar os pêlos indesejados, laser é a opção mais moderna e duradoura by editorfique10
junho 29, 2010, 10:05 am
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Não adianta discutir: como dizia o poeta Vinicius Moraes, a mulher deve ter “a pele fresca nas mãos, nos braços, no dorso e na face”.  Os pêlos são incômodos e a depilação é necessária. Em um país tropical, nada melhor do que ter as axilas, a virilha, as pernas e os braços sempre lisinhos.

A depilação, método utilizado para eliminar os pêlos, é utilizada há tempos, porém com o passar dos anos o processo evoluiu e hoje em dia existem várias maneiras de remover os pelinhos mais resistentes e obter um resultado satisfatório.

A famosa depilação com cera quente é a mais antiga. Acredite se quiser: até Cleópatra livrava-se dos pêlos com faixas de tecidos finos embebidos ao material. Como tudo o que é bom perdura, atualmente esse tipo de depilação é o mais utilizado. Porém, o senso comum diz muita coisa a respeito do assunto, mas nem todas são verdadeiras. “A conhecida história de que cera quente dá vasinhos, por exemplo, não passa de um mito, pois quando aplicada ela tem ação superficial não chegando nem perto das veias, que estão localizadas abaixo da derme”, afirma o dermatologista Agnaldo Augusto Mirandez, diretor da clínica Perfetta, em São Paulo, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e membro da Academia Internacional de Dermatologia Cosmética.

Aquele papo de que a cera quente dá flacidez também é mentira, até porque o estímulo de puxar e o calor não atingem as fibras de colágeno nem a elastina. Já o que é dito sobre o aparecimento de manchas ou do escurecimento da pele devido ao uso da cera quente, procede, porque o produto depilatório tira a camada de proteção da pele, deixando-a mais exposta e vulnerável, de forma que quando exposta ao Sol pode dar origem a esse tipo de problema. “As mulheres mais sensíveis podem optar pela cera quente, pois ela atua como relaxante sobre a pele ao dilatar os poros, facilitando a retirada dos pêlos e conseqüentemente, diminuindo a dor”, diz Mirandez.

No entanto, a cera quente é uma faca de dois gumes, afinal ela retira melhor os pêlos, deixando-os cada vez mais fracos, mas quando nascem novamente encontram uma pele desidratada, seca e áspera, tendo problemas para rompê-la e, com isso, podem encravar. Quem acha que reutilizar cera depilatória não tem problema, pois acredita que o processo de fervura mata bactérias, engana-se! Algumas bactérias resistem a altas temperaturas ou até proliferam, por isso, sempre que fizer esse tipo de depilação só use cera descartável para evitar qualquer contaminação.

Para quem vive desconfiada em relação ao aproveitamento do material depilatório e para quem é muito sensível às altas temperaturas, a cera fria é a mais recomendada.  A técnica é prática e o resultado é perfeito, apesar da dor causada pela falta da fonte de calor usada para dilatar os poros e “anestesiar” a pele. Além de tudo ela é muito higiênica, pois a cera é colocada em um papel e colada na área que pretende ser depilada, de maneira que não dá para usá-la novamente.

Se as atribuições cotidianas não permitem que você vá ao salão quando precisa usar aquele vestido ou a tão desejada mini-saia, a depilação feita com lâmina é a solução. Rápida, prática e barata, pode ser feita em casa, porém, não espere um resultado duradouro, afinal a lâmina não arranca os pêlos pelas raízes, ela apenas apara-os. Outra desvantagem é que o corte é feito rente à pele, fato que pode dar origem a vermelhidão ou irritações. Para evitar ou amenizar essas complicações, as lâminas devem estar sempre novas e limpas, assim como os pêlos devem ser amolecidos com água morna e cremes específicos.

Outra solução “vapt–vupt” é o creme depilatório, ele age superficialmente e dissolve os pêlos. Porém, a rapidez da aplicação é proporcional à duração desse tipo de depilação, assim, os pêlos voltam a incomodar rapidamente. Também não se pode esquecer de fazer um teste em uma pequena região da pele, para verificar se o produto não causa nenhuma alergia.

Quem sofre com cera quente ou fria, não suporta o efeito da lâmina ou fica com a pele irritada devido aos cremes depilatórios, deve aderir ao laser. A técnica é a mais moderna, pois elimina cerca de 30% dos pêlos a cada sessão e é capaz de bloquear o crescimento de até 80% deles ao final do tratamento. Todavia, a depilação a laser não é definitiva, mas é a que confere os melhores e mais duradouros resultados que chegam a permanecer por até 2 anos. O procedimento consiste em três a seis sessões a cada 30 dias, sendo importante que antes e no decorrer do tratamento o paciente não tome Sol e mantenha a pele hidratada, por esse motivo o inverno é uma boa época para o tratamento. O investimento varia de R$150,00 a R$ 1000,00 por sessão, de acordo com a região a ser depilada. É preciso escolher a dedo a clínica que irá realizar esse tipo de técnica, porque quando mal feita, pode queimar a pele. “Na Perfetta, uutilizamos o aparelho Harmony XL módulo SHR, equipamento com tecnologia in motion que permite tratamentos rápidos e confortáveis. Para as pessoas que não respondem ao tratamento a laser fazemos a eletrólise, na qual os folículos são destruídos com descargas elétricas emitidas por uma finíssima agulha, que é posicionada em seu interior”, finaliza o especialista.

Independente da escolha que você fizer, alguns cuidados são necessários quando o assunto é depilação:

– se o procedimento for realizado em algum salão de beleza, a depiladora deve estar sempre com luvas e máscara;

– a pele deve estar limpa, sem que haja resto de cremes, hidratantes, óleo ou sujeira;

– a temperatura da cera precisa ser controlada para não queimar a pele;

– a cera deve ser sempre descartável, portanto jamais use esterilizada ou aquela que passou por uma peneira;

– os produtos usados devem ser escolhidos de acordo com a sua pele;

– os pêlos devem ser puxados em paralelo à pele (e não pra cima);

– três dias antes e três dias depois de depilar a pele, faça esfoliações para evitar pêlos encravados (foliculite);

– para ajudar na cicatrização e regeneração da pele, use as loções pós-depilação.



Gustavo Borges – Recordista Mundial de Natação by editorfique10
Gustavo Borges no Jogos PAN-AMERICANOS

Gustavo Borges no Jogos PAN-AMERICANOS

O recordista brasileiro em medalhas Pan-Americanas Gustavo Borges atuou em diversos clubes, já foi medalhista olímpico quatro vezes e recentemente lançou com a Cepall quatro dvd’s sobre a linha Acqua. Nesta entrevista, o atleta fala sobre o começo de sua carreira, seu lado empresário e a rede de academias que tem pelo Brasil. Confira abaixo:

1-Como foi que você chegou na natação e porque a escolheu?
Comecei a nadar pois sempre tive incentivo e muitos amigos que nadavam na época, o que facilitou minha entrada.

2-Sua carreira teve início na cidade de Ituverava, interior de São Paulo, e depois você representou o Clube Pinheiros. Conte-nos um pouco sobre a importância que este clubes trouxeram para sua carreira.
Em vários clubes fiz minha transição até chegar no nível profissional. Todos foram importantes em termos técnicos e ajudaram minha chegada aos EUA, em 1990.

3-Você é medalhista olímpico de natação por quatro vezes e é considerado recordista brasileiro em medalhas Pan-Americanas, medalhas da Copa do Mundo e recordista Mundial de natação. Qual foi a medalha mais importante que ganhou?
As quatro medalhas olímpicas com certeza são as mais importantes.

4-A última vez oficial que você competiu foi na Olimpíada de Atenas. Qual foi a sensação que teve por ser a última vez?
Foi um misto de alegria e tristeza, pois encerrei um ciclo e comecei outro. No dia a dia, a natação é muito cansativa,  entao a transição foi natural não foi traumática. Eu estava preparado para parar, mas sabia que ia sentir muita saudade.

5-Você tem alguma rotina diária de exercícios?
Sim, pratico 1 hora de exercícios diários (musculação, corrida) e aos finais de semana faço esportes leves, como tênis e vôlei, por exemplo.

6-O Troféu Gustavo Borges durou onze edições e a partir deste ano não terá mais. Você o substituirá por outro projeto? 
A princípio não. A tendência é resgatar o troféu de novo nos próximos anos.

7-Em quem você aposta atualmente na natação?
Atualmente o César Cielo, mas tem muitas pessoas boas também
.

8-Agora como empresário, como que você contribui para a natação? Fale um pouco sobre a expansão da sua rede de academias.
A ideia é crescer como rede de ensino na metodologia e como empresa. Pretendemos no ano que vem crescer pelo menos em 80 novas unidades.

-Recentemente, a Cepall lançou quatro dvd’s com você sobre o produto Acqua. Como foi que surgiu esta parceria?
Foram vários anos de conversa, contato e uma sinergia em comum da Cepall com o nosso interesse de divulgar algo que trabalhamos e ensinamos no dia a dia. Aí conseguimos unir as empresas e as vontades para produzir e lançar estes quatro dvds.

10-O ex-nadador Eduardo Scavone Schiesari (o Francês) é o assessor técnico de sua metodologia e vocês se conhecem desde o clube Pinheiros. Como funciona o trabalho que vocês exercem juntos?
Ele atua como colaborador e ajuda no desenvolvimento de produtos , como foi o caso dos dvd’s do produto Acqua.



GLUTEOPLASTIA: CONTORNO, VOLUME E SEGURANÇA NA MEDIDA CERTA by editorfique10
junho 18, 2010, 4:10 pm
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Implante de silicone na região dos glúteos vira febre entre mulheres e homens, diz pesquisa IBOPE

Apesar de terem sido criados nos anos 60 para cirurgias reparadoras, hoje os implantes de silicone têm sido cada vez mais procurados para cirurgias estéticas. Tanto é que, segundo pesquisa IBOPE, encomendada pela coordenação do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, e que acaba de ser divulgada, no ano de 2009 foram realizadas no Brasil 645.464 cirurgias plásticas, sendo 443.145 cirurgias estéticas (69%).

Dentro das cirurgias que utilizaram próteses de silicone (quase 159 mil), 156.918 foram em mulheres, das quais 5%, ou 7.771, corresponderam à gluteoplastia, que é recomendada para casos de assimetria, hipotrofia e flacidez dos glúteos com aumento e remodelagem das nádegas. Já no que diz respeito ao sexo masculino, acredite: do total de 1.793 homens que colocaram silicone no ano passado, 18% das cirurgias – 320 – também eram de glúteos.

Não é à toa que de acordo com dados da Silimed, única fabricante de implantes de silicone da América Latina, que exporta suas próteses para mais de 60 países, entre eles EUA, Alemanha e Japão, de 2008 para 2009 a procura pelas próteses de glúteo aumentou em 23%, sendo que o Estado de São Paulo é responsável por 33% das vendas, seguido pelo Rio de Janeiro (14%), Goiás (9%), Paraná (8%), Distrito Federal (7%) e Minas Gerais (7%). O tamanho de prótese mais procurado é o de 300 ml, que representa 25% das vendas; o segundo mais requisitado, o de 270 ml, equivale a 23%; e o terceiro colocado é o de 240 ml, que corresponde a marca de 13% das vendas da empresa.

Existem atualmente duas opções de próteses para o glúteo: lisa redonda e quartzo oval. Esta última, lançada recentemente, tem um desenho adequado ao padrão brasileiro. O implante é preenchido com gel de silicone exclusivo capaz de moldar o corpo com eficiência, naturalidade e segurança.

No que diz respeito à cirurgia, existem diversas técnicas, porém a mais utilizada é a que é feita através de uma incisão entre os glúteos com cerca de 5 cm. A partir deste corte a prótese é colocada dentro do músculo, pois ele a protege e possibilita um resultado mais natural. “O pós-operatório exige repouso nas primeiras 24 horas. É possível caminhar já no dia seguinte e retornar ao trabalho após dez dias. Quanto à cicatriz é praticamente invisível”, afirma o cirurgião plástico Raul Gonzalez (SP), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos pioneiros em gluteoplastia.

Nos consultórios médicos, a principal dúvida dos pacientes que pretendem aderir ao procedimento é em relação ao possível incômodo na hora de sentar. Segundo Gonzalez, nos primeiros dez dias de pós-operatório a pessoa deve dormir em decúbito lateral, mas já pode sentar no dia seguinte a cirurgia. As atividades normais costumam ser retomadas 10 dias após a cirurgia, podendo inclusive voltar a dirigir. Ginástica e academia devem esperar dois meses.

O implante no glúteo sozinho, no entanto, não é o suficiente para obter excelentes resultados. “Para ficar satisfeita com a cirurgia, é importantíssimo que a paciente conheça bem o cirurgião plástico, saiba se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, faça todos os exames pré-operatórios solicitados pelo médico, nunca opere em consultório ou clínicas sem condições de dar suporte integral a vida e siga as recomendações no pós-operatório”, complementa Fernando Serra, cirurgião plástico do Rio de Janeiro.

Divulgação:

Yuri Antigo – Rojas Comunicação

(11) 3675-4940 / 3873-6261



MITOS E VERDADES DA VACINA CONTRA A GRIPE H1N1 by editorfique10
junho 10, 2010, 8:35 am
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Basta o inverno se aproximar e as preocupações com a gripe H1N1, popularmente conhecida como gripe suína, estão de volta. A vacinação contra o vírus, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), teve seu início no dia 8 de março e se estenderá até 21 de maio. Tendo em vista essa campanha, o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas, sendo que a meta é imunizar pelo menos 80% da população. Por isso, é importante manter-se esclarecido sobre o assunto para aprender a identificar os estados gripais e sintomas deste vírus, assim como desvendar os mitos e controlar o medo que a doença vem provocando. Para esclarecer essas dúvidas, consultamos a infectologista Raquel Muarrek Garcia, do Hospital Leforte (SP), do Grupo Saúde Bandeirantes. Confira:

“Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos do resfriado”.

MITO. Em primeiro lugar, gripe é diferente de resfriado. A gripe é mais forte, geralmente infecta as vias aéreas (garganta, pulmões e nariz) e dura mais tempo. Sabe aquela sensação de que um caminhão passou pelo corpo? É o que caracteriza os sintomas da gripe que consistem em febre alta, indisposição, dor de cabeça, calafrios, coriza, fadiga, mal estar e até náusea, diarréia e vômito. É preciso ficar atento, porque a influenza A apresenta esses mesmos sintomas, porém com maior intensidade.

“Depois de adquirido uma vez o H1N1 a pessoa fica imune ao vírus”.

VERDADE. Uma vez infectada pela gripe suína, a pessoa fica imune ao vírus, não sendo contaminada mais uma vez, a não ser que o mesmo passe por mutações, gerando uma segunda onda de contágio.

“Quem teve a gripe pandêmica e teve confirmação laboratorial deve tomar a vacina.”
VERDADE. Quando uma pessoa é infectada pelo vírus influenza A, adquire imunidade para aquele subtipo específico de vírus que a infectou. Assim, quem já teve a gripe pandêmica comprovadamente (com diagnóstico laboratorial positivo), em princípio, está imune, embora haja registro de alguns casos que desenvolveram uma segunda infecção. A duração da imunidade pode variar de pessoa para pessoa, mas no caso desse vírus sofrer mutação, um novo contágio poderá ocorrer.  Se a pessoa pertencer a um dos grupos prioritários, deve ser vacinada, pois a maioria das pessoas que teve gripe nesse período não teve comprovação laboratorial.

“Comer carne de porco ou derivados também pode ser uma forma de contágio da gripe H1N1, por isso deve-se evitar esse tipo de alimento em época de surto do vírus”.

MITO. Apesar da doença começar o seu ciclo de vida no porco, o contagio se dá da mesma forma que uma gripe comum, ou seja, através de secreções respiratórias, como gotículas de saliva ao falar, espirrar ou tossir. Portanto, não há perigo em comer carne de porco e nem seus derivados. “Para a sua segurança, algumas medidas preventivas podem ser adotadas: evitar o contato íntimo com pessoas que apresentem sintomas como febre, tosse e coriza; manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes; dormir no mínimo 8 horas por dia; realizar atividades físicas; e lavar as mãos com frequência”, afirma Raquel.

“A gripe causada pelo vírus H1N1 tem maior incidência no inverno”.

VERDADE, embora os casos de gripe suína possam ocorrer em qualquer época do ano. As baixas temperaturas e o clima seco podem ser fatores determinantes para elevar o número de pessoas contaminadas com o vírus da gripe H1N1. Sem contar que no outono-inverno as pessoas costumam a se aglomerar mais. “A umidade da época ainda permite que o vírus se mantenha em suspensão no ar, resistindo por mais tempo no ambiente”, diz a infectologista.

“Pessoas obesas correm maior risco ao contrair o vírus H1N1”.

VERDADE. O excesso de peso na região do abdome comprime o pulmão, agrava a doença e as condições de risco. Porém, não são apenas os obesos que estão neste grupo de risco; em pesquisa realizada na Califórnia constatou-se que 2/3 das pessoas que adquiriram o vírus tinham doenças crônicas, como diabetes, asma, imunodeficiência, problema cardíaco e obstrução pulmonar.

“Não existem medicamentos disponíveis para tratar a gripe H1N1”.

MITO. Existem medicamentos, no Brasil, como o Tamiflu (Oseltamivir) e o Zanamivir (para resistência), que já entraram no protocolo de manejo clínico de síndrome respiratória aguda grave instituído, o  que é eficaz para o tratamento da doença, diminuindo seu quadro infeccioso.

“Uma das formas de prevenção contra a gripe suína é a vacinação, que pode ser feita em qualquer pessoa”.

VERDADE. Qualquer pessoa a partir dos 6 meses de idade não só pode, como deve se vacinar contra o vírus. Porém, a dosagem varia de acordo com a idade. No caso de crianças de 6 meses a 9 anos, recomenda-se para a proteção contra o H1N1 duas doses com o intervalo de pelo menos 3 semanas. Gestantes têm mais propensão a adquirir o vírus, portanto, também devem se vacinar em qualquer idade gestacional e até o final da campanha.

“O mercúrio ou timerosal, presente nas vacinas, pode causar problemas graves”.

MITO. A quantidade de mercúrio presente na dose é muito pequena – 25 microgramas por dose de 0,5ml – e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente. O mercúrio, inclusive, é utilizado para impedir o crescimento de micróbios também em outras vacinas, como na Tetravalente indicada contra Difteria, Coqueluche, Meningite e Tétano e na Tríplice Viral, vacina contra Caxumba, Sarampo e Rubéola. “É importante ressaltar que o mercúrio é eliminado pelo organismo rapidamente, de maneira que não há acumulo em função de repetidas injeções que o contenha. Portanto, as vacinas com esse tipo de substância não aumentam a quantidade de mercúrio no organismo”, complementa Raquel.

“A pessoa que tomar a vacina fica imunizada contra o vírus H1N1 para sempre”.

MITO. Segundo o Ministério da Saúde, a duração da imunidade varia de pessoa para pessoa. Além disso, a imunidade depende da força do vírus, da sua capacidade de sofrer mutação e se uma nova onda de casos ocorrer. Em algum desses casos, faz-se necessária outra imunização (no ano seguinte, por exemplo), com vacina produzida para combater a nova versão do vírus da gripe H1N1.

“A vacina produz efeitos colaterais extremamente fortes”.

MITO. São raros os casos em que a pessoa apresenta algum efeito colateral. Quando há esse tipo de manifestação, que não perdura por mais de 48 horas, é possível que a pessoa sinta dor no local da aplicação, febre baixa e dor muscular. “Só precisam ter cautela e evitar a vacina pessoas que têm alergia a ovo, já que ele é usado no processo de fabricação do produto”, finaliza a infectologista do Hospital Leforte, localizado no bairro do Morumbi, na capital paulista.