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TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE SILICONE – Conheça mais sobre este “amigo do peito” by editorfique10
julho 15, 2010, 8:49 am
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Certamente você já ouviu falar que a prótese de silicone pode atrapalhar o exame de mamografia, não é? Já deve também ter se perguntado: “Será que a implante pode romper dentro do corpo? E o que acontece se ele romper?”. Inúmeras dúvidas giram em torno desse “amigo do peito”, que desde a década de 80 vem sendo utilizado por milhares de mulheres que desejam aumentar ou reconstruir a mama, ter um corpo mais belo e também, é claro, aumentar a auto-estima.

Para esclarecer de uma vez por todas estas dúvidas, consultamos duas especialistas no assunto: a cirurgiã plástica Wanda Elizabeth Corrêa, coordenadora da Comissão de Silicone da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Câmara técnica sobre produtos e técnicas estéticas do Conselho Federal de Medicina, e a médica radiologista Fabiola Procaci Kestelman, do Instituto Nacional de Câncer (INCA), especializada em ressonância magnética. Confira:

“Quais os exames que toda mulher que tem silicone deve fazer?”

Independente da mulher possuir ou não implantes de silicone, o rastreamento do câncer de mama deve ser feito com mamografia a partir de 40 anos, anualmente, segundo a orientação da Sociedade Americana de Cancerologia. “Nos casos de mulheres com risco aumentado para câncer de mama (exemplo: história familiar fortemente positiva ou mutação genética que predispõe ao câncer de mama) pode-se associar a ultrassonografia e/ou ressonância magnética quando as mamas são densas”, lembra a radiologista.

“Qual ou quais exames faço para avaliar a integridade do implante? O que esses exames previnem/diagnosticam?”

Para avaliar a integridade do implante, a mamografia não deve ser o exame de escolha. O exame mais indicado é a ressonância magnética. Porém, a ultrassonografia, quando realizada por um radiologista especializado em mama, tem boa sensibilidade para detectar rupturas.

A mamografia tem sensibilidade alta para diagnosticar o carcinomas in situ, nos quais o tratamento oferece cura em até 100% dos casos. Esses, em grande parte dos casos, correspondem a microcalcificações na mamografia. “Carcinomas invasores pequenos também podem ser diagnosticados nas mamografias antes que sejam detectados na palpação das mamas feita pelo médico ou pela própria paciente. Tumores pequenos também têm alto índice de cura. A mamografia nestes casos pode mostrar um nódulo”, lembra Dra. Fabíola. Entretanto, um grande número de lesões diagnosticadas na mamografia e mesmo na ultrassonografia e ressonância magnética, correspondem a lesões benignas. Um exemplo é o fibroadenoma, que são nódulos de mama muito freqüentes nas mulheres. Por isso os exames devem ser avaliados por médicos especializados antes de se optar por uma biópsia.

“A prótese de silicone atrapalha a mamografia? O risco de câncer de mama aumenta com os implantes de silicone?”

De maneira alguma. A mamografia pode ser realizada em pacientes que tenham implantes de silicone tanto abaixo da glândula como abaixo do músculo, sem prejuízo para a prótese e nem para a visualização de lesões mamográficas. “É importante, no entanto, o técnico ser informado sobre a existência do silicone. Assim, realizará a chamada ‘Manobra de Eklund’, em que se traciona a mama para expor ao raio-x apenas o tecido mamário”, diz Wanda Elizabeth Corrêa.

Outro dado relevante é que implante de silicone não constitui fator de risco para desenvolvimento de câncer de mama.

“Esses exames são particulares ou podem ser feitos na rede pública?”

A mamografia está disponível na rede pública. O consenso do Instituto Nacional do Câncer orienta para controle do câncer que mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia bianual. Assim a rede pública deve oferecer mamografia para este grupo de mulheres. Com relação à ultrassonografia e ressonância magnética, a disponibilidade é variável de acordo com vários fatores, incluindo a região do país.

“Se eu não trocar a prótese mamária a cada 5 anos, ela pode romper e o silicone se espalhar por todo o corpo?”

Não há um prazo específico para a troca, e com as próteses atuais, mais resistentes e seguras, dificilmente a troca ocorrerá antes dos 15 anos. É possível usá-las indefinidamente, pelo tempo que permanecerem íntegras, mas sempre acompanhando através dos exames acima citados. Em relação ao rompimento, as próteses utilizadas no Brasil são feitas de gel coesivo (espécie de “gelatina bem consistente”). Se cortadas ou rompidas, o conteúdo não escorre. Não há esse risco.

“Os implantes de silicone têm prazo de validade?”

Embora os implantes não tenham estimativa de vida útil reconhecido pelo meio científico, a única fabricante de próteses de silicone na América Latina, Silimed, define atualmente um período médio de dez anos. Tal parâmetro pode ser alterado caso surja uma razão que justifique. “Hoje, há diversas pacientes no Brasil e no exterior com o mesmo implante há mais de 15 anos sem quaisquer problemas”, diz a cirurgiã plástica.

“Tenho silicone nas mamas. De quanto em quanto tempo devo ir ao meu médico?”

Muitas mulheres acabam esquecendo as recomendações médicas após colocar a prótese. “A maioria só volta a procurar um especialista quando aparecem os sintomas de complicações. É importante fazer acompanhamento com cirurgião. O ideal é que, após 10 anos, o acompanhamento seja anual e que seja feito exame de ressonância magnética a cada dois anos”, finaliza Wanda.

Divulgação: Rojas Comunicação

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GLUTEOPLASTIA: CONTORNO, VOLUME E SEGURANÇA NA MEDIDA CERTA by editorfique10
junho 18, 2010, 4:10 pm
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Implante de silicone na região dos glúteos vira febre entre mulheres e homens, diz pesquisa IBOPE

Apesar de terem sido criados nos anos 60 para cirurgias reparadoras, hoje os implantes de silicone têm sido cada vez mais procurados para cirurgias estéticas. Tanto é que, segundo pesquisa IBOPE, encomendada pela coordenação do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, e que acaba de ser divulgada, no ano de 2009 foram realizadas no Brasil 645.464 cirurgias plásticas, sendo 443.145 cirurgias estéticas (69%).

Dentro das cirurgias que utilizaram próteses de silicone (quase 159 mil), 156.918 foram em mulheres, das quais 5%, ou 7.771, corresponderam à gluteoplastia, que é recomendada para casos de assimetria, hipotrofia e flacidez dos glúteos com aumento e remodelagem das nádegas. Já no que diz respeito ao sexo masculino, acredite: do total de 1.793 homens que colocaram silicone no ano passado, 18% das cirurgias – 320 – também eram de glúteos.

Não é à toa que de acordo com dados da Silimed, única fabricante de implantes de silicone da América Latina, que exporta suas próteses para mais de 60 países, entre eles EUA, Alemanha e Japão, de 2008 para 2009 a procura pelas próteses de glúteo aumentou em 23%, sendo que o Estado de São Paulo é responsável por 33% das vendas, seguido pelo Rio de Janeiro (14%), Goiás (9%), Paraná (8%), Distrito Federal (7%) e Minas Gerais (7%). O tamanho de prótese mais procurado é o de 300 ml, que representa 25% das vendas; o segundo mais requisitado, o de 270 ml, equivale a 23%; e o terceiro colocado é o de 240 ml, que corresponde a marca de 13% das vendas da empresa.

Existem atualmente duas opções de próteses para o glúteo: lisa redonda e quartzo oval. Esta última, lançada recentemente, tem um desenho adequado ao padrão brasileiro. O implante é preenchido com gel de silicone exclusivo capaz de moldar o corpo com eficiência, naturalidade e segurança.

No que diz respeito à cirurgia, existem diversas técnicas, porém a mais utilizada é a que é feita através de uma incisão entre os glúteos com cerca de 5 cm. A partir deste corte a prótese é colocada dentro do músculo, pois ele a protege e possibilita um resultado mais natural. “O pós-operatório exige repouso nas primeiras 24 horas. É possível caminhar já no dia seguinte e retornar ao trabalho após dez dias. Quanto à cicatriz é praticamente invisível”, afirma o cirurgião plástico Raul Gonzalez (SP), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos pioneiros em gluteoplastia.

Nos consultórios médicos, a principal dúvida dos pacientes que pretendem aderir ao procedimento é em relação ao possível incômodo na hora de sentar. Segundo Gonzalez, nos primeiros dez dias de pós-operatório a pessoa deve dormir em decúbito lateral, mas já pode sentar no dia seguinte a cirurgia. As atividades normais costumam ser retomadas 10 dias após a cirurgia, podendo inclusive voltar a dirigir. Ginástica e academia devem esperar dois meses.

O implante no glúteo sozinho, no entanto, não é o suficiente para obter excelentes resultados. “Para ficar satisfeita com a cirurgia, é importantíssimo que a paciente conheça bem o cirurgião plástico, saiba se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, faça todos os exames pré-operatórios solicitados pelo médico, nunca opere em consultório ou clínicas sem condições de dar suporte integral a vida e siga as recomendações no pós-operatório”, complementa Fernando Serra, cirurgião plástico do Rio de Janeiro.

Divulgação:

Yuri Antigo – Rojas Comunicação

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MITOS E VERDADES DA VACINA CONTRA A GRIPE H1N1 by editorfique10
junho 10, 2010, 8:35 am
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Basta o inverno se aproximar e as preocupações com a gripe H1N1, popularmente conhecida como gripe suína, estão de volta. A vacinação contra o vírus, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), teve seu início no dia 8 de março e se estenderá até 21 de maio. Tendo em vista essa campanha, o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas, sendo que a meta é imunizar pelo menos 80% da população. Por isso, é importante manter-se esclarecido sobre o assunto para aprender a identificar os estados gripais e sintomas deste vírus, assim como desvendar os mitos e controlar o medo que a doença vem provocando. Para esclarecer essas dúvidas, consultamos a infectologista Raquel Muarrek Garcia, do Hospital Leforte (SP), do Grupo Saúde Bandeirantes. Confira:

“Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos do resfriado”.

MITO. Em primeiro lugar, gripe é diferente de resfriado. A gripe é mais forte, geralmente infecta as vias aéreas (garganta, pulmões e nariz) e dura mais tempo. Sabe aquela sensação de que um caminhão passou pelo corpo? É o que caracteriza os sintomas da gripe que consistem em febre alta, indisposição, dor de cabeça, calafrios, coriza, fadiga, mal estar e até náusea, diarréia e vômito. É preciso ficar atento, porque a influenza A apresenta esses mesmos sintomas, porém com maior intensidade.

“Depois de adquirido uma vez o H1N1 a pessoa fica imune ao vírus”.

VERDADE. Uma vez infectada pela gripe suína, a pessoa fica imune ao vírus, não sendo contaminada mais uma vez, a não ser que o mesmo passe por mutações, gerando uma segunda onda de contágio.

“Quem teve a gripe pandêmica e teve confirmação laboratorial deve tomar a vacina.”
VERDADE. Quando uma pessoa é infectada pelo vírus influenza A, adquire imunidade para aquele subtipo específico de vírus que a infectou. Assim, quem já teve a gripe pandêmica comprovadamente (com diagnóstico laboratorial positivo), em princípio, está imune, embora haja registro de alguns casos que desenvolveram uma segunda infecção. A duração da imunidade pode variar de pessoa para pessoa, mas no caso desse vírus sofrer mutação, um novo contágio poderá ocorrer.  Se a pessoa pertencer a um dos grupos prioritários, deve ser vacinada, pois a maioria das pessoas que teve gripe nesse período não teve comprovação laboratorial.

“Comer carne de porco ou derivados também pode ser uma forma de contágio da gripe H1N1, por isso deve-se evitar esse tipo de alimento em época de surto do vírus”.

MITO. Apesar da doença começar o seu ciclo de vida no porco, o contagio se dá da mesma forma que uma gripe comum, ou seja, através de secreções respiratórias, como gotículas de saliva ao falar, espirrar ou tossir. Portanto, não há perigo em comer carne de porco e nem seus derivados. “Para a sua segurança, algumas medidas preventivas podem ser adotadas: evitar o contato íntimo com pessoas que apresentem sintomas como febre, tosse e coriza; manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes; dormir no mínimo 8 horas por dia; realizar atividades físicas; e lavar as mãos com frequência”, afirma Raquel.

“A gripe causada pelo vírus H1N1 tem maior incidência no inverno”.

VERDADE, embora os casos de gripe suína possam ocorrer em qualquer época do ano. As baixas temperaturas e o clima seco podem ser fatores determinantes para elevar o número de pessoas contaminadas com o vírus da gripe H1N1. Sem contar que no outono-inverno as pessoas costumam a se aglomerar mais. “A umidade da época ainda permite que o vírus se mantenha em suspensão no ar, resistindo por mais tempo no ambiente”, diz a infectologista.

“Pessoas obesas correm maior risco ao contrair o vírus H1N1”.

VERDADE. O excesso de peso na região do abdome comprime o pulmão, agrava a doença e as condições de risco. Porém, não são apenas os obesos que estão neste grupo de risco; em pesquisa realizada na Califórnia constatou-se que 2/3 das pessoas que adquiriram o vírus tinham doenças crônicas, como diabetes, asma, imunodeficiência, problema cardíaco e obstrução pulmonar.

“Não existem medicamentos disponíveis para tratar a gripe H1N1”.

MITO. Existem medicamentos, no Brasil, como o Tamiflu (Oseltamivir) e o Zanamivir (para resistência), que já entraram no protocolo de manejo clínico de síndrome respiratória aguda grave instituído, o  que é eficaz para o tratamento da doença, diminuindo seu quadro infeccioso.

“Uma das formas de prevenção contra a gripe suína é a vacinação, que pode ser feita em qualquer pessoa”.

VERDADE. Qualquer pessoa a partir dos 6 meses de idade não só pode, como deve se vacinar contra o vírus. Porém, a dosagem varia de acordo com a idade. No caso de crianças de 6 meses a 9 anos, recomenda-se para a proteção contra o H1N1 duas doses com o intervalo de pelo menos 3 semanas. Gestantes têm mais propensão a adquirir o vírus, portanto, também devem se vacinar em qualquer idade gestacional e até o final da campanha.

“O mercúrio ou timerosal, presente nas vacinas, pode causar problemas graves”.

MITO. A quantidade de mercúrio presente na dose é muito pequena – 25 microgramas por dose de 0,5ml – e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente. O mercúrio, inclusive, é utilizado para impedir o crescimento de micróbios também em outras vacinas, como na Tetravalente indicada contra Difteria, Coqueluche, Meningite e Tétano e na Tríplice Viral, vacina contra Caxumba, Sarampo e Rubéola. “É importante ressaltar que o mercúrio é eliminado pelo organismo rapidamente, de maneira que não há acumulo em função de repetidas injeções que o contenha. Portanto, as vacinas com esse tipo de substância não aumentam a quantidade de mercúrio no organismo”, complementa Raquel.

“A pessoa que tomar a vacina fica imunizada contra o vírus H1N1 para sempre”.

MITO. Segundo o Ministério da Saúde, a duração da imunidade varia de pessoa para pessoa. Além disso, a imunidade depende da força do vírus, da sua capacidade de sofrer mutação e se uma nova onda de casos ocorrer. Em algum desses casos, faz-se necessária outra imunização (no ano seguinte, por exemplo), com vacina produzida para combater a nova versão do vírus da gripe H1N1.

“A vacina produz efeitos colaterais extremamente fortes”.

MITO. São raros os casos em que a pessoa apresenta algum efeito colateral. Quando há esse tipo de manifestação, que não perdura por mais de 48 horas, é possível que a pessoa sinta dor no local da aplicação, febre baixa e dor muscular. “Só precisam ter cautela e evitar a vacina pessoas que têm alergia a ovo, já que ele é usado no processo de fabricação do produto”, finaliza a infectologista do Hospital Leforte, localizado no bairro do Morumbi, na capital paulista.



Saiba como prevenir, identificar e tratar a Hipertensão, uma doença que afeta 17 milhões de brasileiros by editorfique10
maio 26, 2010, 4:16 pm
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Segundo pesquisas do Ministério da Saúde e dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão, mais de 17 milhões de brasileiros são hipertensos. A porcentagem da doença aumentou em todas as faixas etárias, já que atualmente, 63,2% das pessoas com 65 anos ou mais sofrem do problema, 14% da população de até 34 anos é atingida, O índice salta para 34,5%, dos 45 aos 54, e para 50,4%, dos 55 aos 64 anos.  Ainda constatou-se que a ocorrência de hipertensão é mais comum no sexo feminino (27,2%) do que no masculino (21,2%).

Dessa forma, grande parte da população (24,4%) é portadora desta doença, que é responsável por 80% dos AVCs (acidentes vasculares cerebrais), 40% dos infartos e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Apesar desses indicadores, apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença.

Mas afinal, o que é a hipertensão? A doença é resultado da alta pressão que o sangue exerce para se movimentar nas artérias. Quando atinge um valor igual ou maior que 140/90 mmHg – ou 14 por 9 – , é necessário cuidado,  porque se não controlada a hipertensão pode acarretar infarto, derrame, insuficiência cardíaca, cegueira, falência dos rins, edema agudo pelo acúmulo de sangue no pulmão, crescimento do coração (miocardiopatia dilatada hipertensiva) e angina (dor no peito).

São sintomas da hipertensão dor de cabeça na região da nuca, visão turva, sensação de cansaço, tontura, sangramento no nariz, náusea e vômito, que geralmente aparecem quando o caso está mais avançado, tornando imprescindível que tanto as mulheres quanto os homens façam sempre um check-up, que inclui uma avaliação clínica para detectar a doença.

Embora a hipertensão seja uma doença muitas vezes silenciosa, existem fatores de risco gritantes que devem ser levados em consideração para ficar em alerta sobre este problema, entre eles estão o histórico da doença na família, ingestão de grande quantidade de bebida alcoólica, tabagismo, dislipidemia (excesso de gordura no sangue), obesidade, vida sedentária, estresse e alimentação com excesso de sal. “Pessoas que têm pressão alta precisam visitar o cardiologista pelo menos a cada seis meses. Já as que tem pressão de até 12 por 8, considerada normal, devem ir ao cardiologista uma vez por ano. As crianças também precisam ter sua pressão acompanhada pelo pediatra. Vale lembrar também que 90% dos indivíduos com mais de 55 anos podem desenvolver hipertensão, mesmo aqueles que nunca tiveram pressão alta”, alerta o cardiologista Hélio Castello, responsável pela área de hemodinâmica dos Hospitais Bandeirantes e Leforte, ambos do Grupo Saúde Bandeirantes, em São Paulo.

Após o diagnóstico da doença, se o caso for considerado leve, o tratamento resume-se em uma alimentação balanceada, exercícios físicos e redução de sal. No entanto, se o problema for classificado como avançado, são receitados remédios vasodilatadores ou que inibam a vasoconstrição. “É imprescindível que paciente não interrompa o tratamento, siga as orientações do médico e tome as medicações corretamente”, afirma Hélio.



OS PRÓS E OS CONTRAS DO SOL by editorfique10
março 2, 2010, 2:32 pm
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OS PRÓS E OS CONTRAS DO SOL

Viva em paz com aquele que é ao mesmo tempo amigo e inimigo da saúde

Foi dada a largada para o verão: as altas temperaturas já chegaram, as roupas estão mais curtas, as praias e clubes lotados e a escolha de onde passar as férias já está sendo feita. É hora também de pensar naquele que é ao mesmo tempo amigo e inimigo da nossa saúde, o sol. Depende apenas de nós escolher qual lado ele deve ficar.

A exposição solar desencadeia a produção de vitamina D no organismo e potencializa a absorção de cálcio e fósforo. Sendo assim, fortalece os ossos e os dentes e previne o câncer de mama, já que pesquisa realizada pelo Imperial College de Londres sugere que essa vitamina pode interromper a progressão da doença. Mas nem por isso devemos abusar. “Aquela regra básica de evitar o sol entre 10h e 16h vale cada vez mais. É fundamental também o uso de fotoprotetor com FPS acima de 20”, diz o dermatologista Agnaldo Augusto Mirandez, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e diretor da clínica Perfetta (SP).

Pessoas com peles mais claras são mais vulneráveis à radiação solar, então os cuidados devem ser redobrados. Lembre-se sempre de aplicar o protetor solar meia hora antes da exposição, reaplicá-lo a cada 2 horas ou após suar ou mergulhar e usar roupas e acessórios – chapéus, óculos escuros e guarda-sol – para se proteger. “Essas recomendações valem também para as pessoas negras”, afirma Mirandez, que é contra os bronzeadores ou aceleradores de bronzeamento. “É melhor não usar esses produtos, evitando assim manchas, ardor e queimaduras. As opções mais seguras são os fotoprotetores/bloqueadores”, completa.

Mas como conquistar aquele belo bronzeado que todo brasileiro – em especial as mulheres – quer ter? Além de tomar sol seguindo as recomendações já citadas, a dica é usar alimentos ricos em betacaroteno, como batata doce, cenoura, abóbora, acerola, brócolis, rúcula, beterraba e mamão. No organismo o nutriente forma a vitamina A e reforça a coloração do bronze. Não há quantidade estabelecida oficialmente, mas acredita-se que o equivalente a 5 porções por dia dos alimentos citados sejam suficientes para as necessidades diárias.

Sol inimigo?

O sol pode ser, sim, inimigo da nossa saúde. Ele pode causar desde pequenos problemas – como a perda de líquido que ocasiona, por exemplo, fadiga, tontura e dor de cabeça – até os mais graves – como o câncer de pele, que atinge anualmente cerca de 115 mil pessoas no Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Surgimento de herpes labial, alergias, inflamação da córnea e degeneração da retina são outros problemas causados pelo sol, além do envelhecimento precoce. “As radiações ultravioletas (UVA) estimulam a produção de radicais livres e destroem as fibras elásticas e colágenas, acelerando a perda de contorno e firmeza da pele. Sendo assim, o sol é um dos causadores das rugas e flacidez”, afirma o dermatologista.

Dicas extras:

– Os protetores em gel mostraram-se mais eficazes em estudo controlado, realizado aqui no Brasil. A seguir vêm as loções (os sprays estão nesta categoria) e, por último, os cremes;

– Lembre-se de usar protetor labial (aplicar a cada 2 horas);

– Se ocorrer queimaduras na pele, use loções hidratantes. Evite preparados com anestésicos, pois podem causar alergias. Caso a queimadura seja de grande intensidade, procure um médico;

– A combinação de sol e frutas cítricas – como limão e laranja – pode ter resultados desagradáveis, que vão de manchas na pele a queimaduras de segundo grau;

– Fique atento a alterações na pele. Detectar uma lesão maligna a tempo pode evitar problemas maiores;

– Beba 2 litros de água por dia e evite praticar exercícios intensos nos dias quentes.

Contato do especialista: www.dermatologiaperfetta.com.br



DICAS PARA FICAR EM DIA COM O MEIO AMBIENTE by editorfique10
março 2, 2010, 2:20 pm
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Em meio a catástrofes naturais – enchentes, terremotos, buracos na camada de ozônio, entre outros problemas – são discutidas em todo o mundo soluções para tentar diminuir as “agressões do homem” sofridas pela terra diariamente, que são, na maioria das vezes, os causadores dos problemas já citados. Pesquisas apontam que, na Amazônia, cerca de 12,5% de sua área original já foram devastados, o equivalente a 75.430 Maracanãs lotados. Esses números deixam explícitos a desconscientização do homem, não só com o desmatamento em si, mas todas as questões ambientais que afetam sensivelmente o ecossistema, seja ele terrestre ou aquático, comprometendo o habitat natural dos animais, o que leva a extinção de várias espécies, retarda a criação das nascentes e desvia os cursos dos rios, desestruturando a cadeia alimentar de toda a fauna.

Dentro desse contexto de conscientização ambiental, a idéia de sustentabilidade ambiental é um fator importante para atingirmos uma qualidade de vida melhor, mas para isso, é necessária a cooperação da sociedade, utilizando mecanismos que atendam as necessidades do presente, mas sem comprometer o futuro. Você sabia que algumas atitudes que tomamos no nosso dia a dia podem contribuir para um planeta melhor em relação ao meio ambiente? Abaixo, algumas dicas da gestora ambiental e diretora da revista Inove Ambiental, Cristiane Morelato, para tornar o planeta ecologicamente mais saudável:
* Reutilização do papel: Existem várias formas de se reaproveitar o papel antes da reciclagem em si. Faça bloquinhos de anotações ou agendas. Para cartolinas, papelão ou bandejas, doe em escolas. Eles utilizam para trabalhos escolares.
* Latinhas de alumínio: O tempo de biodegradação do alumínio na natureza é de 300. Por isso, reutilize o material para fazer artesanato, como porta canetas, copos que podem ser utilizados em viagens, acampamentos ou até para guardar pequenas peças, junto de suas ferramentas.
* Reaproveitamento do pneu (borracha): A borracha demora cerca de 400 anos para se decompor na natureza. “Na hora de trocar os pneus, dê preferência às empresas que fazem recauchutagem, fazendo com que o material tenha uma vida útil maior. Dê preferência ao consumo de produtos, como sandália e tênis com solado à base de borracha”, diz Cristiane.
* Restos de alimentos: Utilize os restos de alimentos para fertilização da terra, como casca de ovo ou de batata. Excelente dica para quem cultiva plantas ou tem horta em casa.
* Reaproveitamento da água: A cada banho de 15 minutos com registro meio aberto, são gastos 135 litros de água. Reduzindo o tempo para 5 minutos, o gasto cai para menos da metade.
* Materiais radioativos: Deposite pilhas e baterias em lugares autorizados, evitando, assim, o contágio do solo por materiais radioativos.
* Vá de bicicleta: Coopere com o trânsito e com o meio ambiente. “Locomover-se pela cidade com sua bike, além de contribuir com a boa qualidade do ar, ajuda a diminuir os índices de congestionamento que tanto prejudicam o país”, incentiva Cristiane.
* Produtos biodegradáveis: Dê preferência a produtos biodegradáveis, chamados de “ecologicamente corretos”. Eles têm em sua estrutura química substâncias mais simples de serem decompostas na natureza.
* Madeira legalizada: Antes de adquirir qualquer produto que contenha madeira, verifique a procedência do material para não incentivar a prática de ilegal de corte de árvores. Dê preferência aos móveis com madeiras de reflorestamento.
* Energia: Adote em sua casa um sistema de energia solar, reduzindo sua conta de luz de forma significativa. Prefira geladeiras e freezers com o selo Procel (Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica). Não guarde alimentos ainda quentes.

E MAIS:
* Escolha tintas à base de água ou silicato de potássio, que não possuem solventes.
* Nos telhados, escolha o modelo verde, no qual podem ser cultivadas algumas espécies de plantas, que ao produzirem O2, reduzem o calor no interior da casa.
* No supermercado, dê preferência às sacolas ecológicas, evitando, assim, a utilização do material de plástico que demora cerca de 100 anos para se decompor na natureza. “Sempre que puder, verifique antes de comprar qualquer produto se o fabricante contribui de alguma forma com o meio ambiente, seja através de algum projeto ou até mesmo através dos produtos que comercializa. Se cada um fizer a sua parte, podemos ter em um futuro não muito distante, um lugar melhor para se viver”, finaliza Cristiane Morelato.



Surfe é um exercício cardiovascular by editorfique10
dezembro 9, 2009, 6:23 am
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Surfe é um ótimo exercício cardiovascular, pois trabalha toda musculatura do corpo, desenvolvendo equilíbrio e coordenação motora, é um esporte em contato com a natureza, que é muito benéfico para nosso organismo.

O surfe pode provocar lesões nos joelhos e tornozelos, se praticado sem a quantidade de alongamento e aquecimento necessário.

Para praticar surfe é preciso saber nadar, conhecer as condições do mar antes de entrar, usar bloqueador solar, beber muita água antes e depois de praticar, fazer leves refeições antes de entrar. Deve ser mantida outra atividade física como a musculação ou natação, para melhorar o condicionamento do surfista.

Uma boa prancha é fundamental para o desempenho do surfe, para os iniciantes é recomendado os modelos long boards, são maiores, feitos por encomendas ou lojas especializadas.

O surfe é indicado para pessoas a cima de cinco anos de idade, que saibam nadar e tenham feito exames médicos para avaliação das condições físicas e cardiovasculares. 
O bom desempenho desse esporte é adquirido, através, de uma boa escola de surfe. Na escola o aluno terá mais segurança, aprendendo cada passo, como alongar, noções de movimentos básicos, conhecer o mar, ficará apto a identificar os locais apropriados para a pratica do esporte.