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OS PRÓS E OS CONTRAS DO SOL by editorfique10
março 2, 2010, 2:32 pm
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OS PRÓS E OS CONTRAS DO SOL

Viva em paz com aquele que é ao mesmo tempo amigo e inimigo da saúde

Foi dada a largada para o verão: as altas temperaturas já chegaram, as roupas estão mais curtas, as praias e clubes lotados e a escolha de onde passar as férias já está sendo feita. É hora também de pensar naquele que é ao mesmo tempo amigo e inimigo da nossa saúde, o sol. Depende apenas de nós escolher qual lado ele deve ficar.

A exposição solar desencadeia a produção de vitamina D no organismo e potencializa a absorção de cálcio e fósforo. Sendo assim, fortalece os ossos e os dentes e previne o câncer de mama, já que pesquisa realizada pelo Imperial College de Londres sugere que essa vitamina pode interromper a progressão da doença. Mas nem por isso devemos abusar. “Aquela regra básica de evitar o sol entre 10h e 16h vale cada vez mais. É fundamental também o uso de fotoprotetor com FPS acima de 20”, diz o dermatologista Agnaldo Augusto Mirandez, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e diretor da clínica Perfetta (SP).

Pessoas com peles mais claras são mais vulneráveis à radiação solar, então os cuidados devem ser redobrados. Lembre-se sempre de aplicar o protetor solar meia hora antes da exposição, reaplicá-lo a cada 2 horas ou após suar ou mergulhar e usar roupas e acessórios – chapéus, óculos escuros e guarda-sol – para se proteger. “Essas recomendações valem também para as pessoas negras”, afirma Mirandez, que é contra os bronzeadores ou aceleradores de bronzeamento. “É melhor não usar esses produtos, evitando assim manchas, ardor e queimaduras. As opções mais seguras são os fotoprotetores/bloqueadores”, completa.

Mas como conquistar aquele belo bronzeado que todo brasileiro – em especial as mulheres – quer ter? Além de tomar sol seguindo as recomendações já citadas, a dica é usar alimentos ricos em betacaroteno, como batata doce, cenoura, abóbora, acerola, brócolis, rúcula, beterraba e mamão. No organismo o nutriente forma a vitamina A e reforça a coloração do bronze. Não há quantidade estabelecida oficialmente, mas acredita-se que o equivalente a 5 porções por dia dos alimentos citados sejam suficientes para as necessidades diárias.

Sol inimigo?

O sol pode ser, sim, inimigo da nossa saúde. Ele pode causar desde pequenos problemas – como a perda de líquido que ocasiona, por exemplo, fadiga, tontura e dor de cabeça – até os mais graves – como o câncer de pele, que atinge anualmente cerca de 115 mil pessoas no Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Surgimento de herpes labial, alergias, inflamação da córnea e degeneração da retina são outros problemas causados pelo sol, além do envelhecimento precoce. “As radiações ultravioletas (UVA) estimulam a produção de radicais livres e destroem as fibras elásticas e colágenas, acelerando a perda de contorno e firmeza da pele. Sendo assim, o sol é um dos causadores das rugas e flacidez”, afirma o dermatologista.

Dicas extras:

– Os protetores em gel mostraram-se mais eficazes em estudo controlado, realizado aqui no Brasil. A seguir vêm as loções (os sprays estão nesta categoria) e, por último, os cremes;

– Lembre-se de usar protetor labial (aplicar a cada 2 horas);

– Se ocorrer queimaduras na pele, use loções hidratantes. Evite preparados com anestésicos, pois podem causar alergias. Caso a queimadura seja de grande intensidade, procure um médico;

– A combinação de sol e frutas cítricas – como limão e laranja – pode ter resultados desagradáveis, que vão de manchas na pele a queimaduras de segundo grau;

– Fique atento a alterações na pele. Detectar uma lesão maligna a tempo pode evitar problemas maiores;

– Beba 2 litros de água por dia e evite praticar exercícios intensos nos dias quentes.

Contato do especialista: www.dermatologiaperfetta.com.br

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Descubra como a maçã ajuda a perder peso by Ariana Dêgelo
fevereiro 28, 2009, 10:11 pm
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Conhecidos por sua longevidade, os japoneses estão sempre à procura de ingredientes ou substâncias encontrados na natureza que possam melhorar ou ajudar na manutenção da saúde. Ao contrário de nós ocidentais, a população japonesa quase não ingere alimentos ricos em proteína de origem animal nem tão pouco é “fanático” pela prática de exercícios físicos, tais como,  musculação, corrida, etc. E, no entanto, continuam sendo um dos povos de maior longevidade.

Qual o segredo dos japoneses?

É possível que a resposta não seja tão simples a ponto apontarmos um único fator como responsável pela longevidade entre os orientais. Entretanto, algumas pesquisas em andamento comprovam o que a grande maioria da população nipônica já sabia: alimentos saudáveis
podem ser a chave essencial para conquistar a saúde e, por conseguinte, a longevidade.

Desse modo, pesquisadores da Nippon Sport Science University Graduate School acabam de divulgar junto à comunidade científica o poder que as maçãs parecem ter sobre, não apenas a saúde, mas quem sabe também sobre uma maior facilidade em emagrecer e perder gordura corporal.

De acordo com o trabalho realizado por pesquisadores japoneses, a ingestão moderada de maçãs durante um período de três semanas foi capaz de promover uma perda de gordura de aproximadamente 20% em cobaias de laboratório, além de aumentar significativamente a capacidade antioxidativa das cobaias.

Ricas em substâncias denominadas Polifenóis (as mesmas encontradas em uvas e vinho tinto), as maçãs parecem exercer um papel de “varredores” de radicais livres para fora de nosso corpo. Apesar de há muito já sabermos sobre as propriedades antioxidativa das maçãs, a surpresa ocorreu quando os pesquisadores detectaram uma sensível perda de gordura corporal nas cobaias participantes do estudo.

Essa foi a primeira vez que uma pesquisa comprovou a capacidade lipolítica (destruição de gordura) por parte dos polifenóis. Apesar de necessitar de maiores estudos, essa descoberta sugere que devemos considerar seriamente incluir o consumo diário de maçãs na nossa dieta quotidiana.

Onde encontrar –

Podemos dizer que os polifenóis são encontrados em diversas formas na natureza. Parte integrante dos flavonóides, os polifenóis são substâncias com grande poder de neutralizar as moléculas de radicais livres (as quais causam lesão às células e, consequentemente, doenças), sendo consideradas, portanto, como substâncias antioxidantes. Dentre as grandes fontes de flavonóides polifenóis, podemos citar, além das maçãs, o vinho tinto, as uvas, o morango, a pêra, a ameixa, a cereja, o chá e o chocolate.Apesar de todos serem ricos em polifenóis, a maçã é a grande campeã na concentração dos mesmos.

O exemplo dado pela maçã demonstra claramente que o verdadeiro segredo da longevidade e da manutenção da saúde reside na simplicidade do que comemos e fazemos.
Afinal, talvez não esteja distante o dia em que os profissionais de saúde passem a receitar alimentos funcionais no lugar dos tradicionais medicamentos indicados para o tratamento das patologias. Isso, sem dúvida, pode representar uma verdadeira revolução na extensão da vida humana.

Fonte: 3Fitness



Emagreça comendo by Ariana Dêgelo
fevereiro 28, 2009, 9:58 pm
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Comer freqüentemente pode nos auxiliar a emagrecer e nos ajuda a não engordar.
Por que e como emagrecer comendo?

Comer freqüentemente significa: Começar nosso dia com algum tipo de café da manhã e continuar a comer a cada 3 ou 4 horas. Essa “forma de comer” inclui refeições, mini-refeições e lanches. Todos os tipos de alimentos podem ser comidos em qualquer hora do dia então, se por um acaso você adora a comida do café da manhã, a aprecie no jantar como uma mini-refeição ou lanche. A idéia é comer, e não pular refeições e lanches!
Isso parece loucura como um plano de emagrecimento e perda de peso? Parece muito fácil (comer freqüentemente realmente soa fácil, certo?)? Isso pode até parecer louco e fácil, mas não é. Mudar os seus hábitos alimentares requer um plano e persistência. Então, antes de irmos às sugestões para mudar os seus hábitos, precisamos olhar um pouco mais de perto e ver porque podemos perder peso desta forma:

Comer freqüentemente irá manter nossos níveis de açúcar no sangue numa faixa ótima. Isso pode ajudar a reduzir aquelas ânsias por açúcar (doces à tarde?).

Irá suprir o seu cérebro com energia facilmente disponível. Isso não só irá reduzir aquelas ânsias por açúcar, mas também irá nos ajudar a manter um humor estável e melhor capacidade de raciocínio. Você já alimentou sua fadiga? Já comeu como resultado do estresse?

Ajudará a queimar algumas calorias a mais. Sempre que comemos, aumentamos um pouco a nossa taxa metabólica. Isso é chamado “efeito termogênico do alimento”. Algo como adicionar uma pouco mais de lenha à fogueira e observar as faíscas.

Dará mais energia. Quando temos mais energia podemos nos exercitar melhor (maior intensidade significa mais calorias queimadas) e mais energia não colabora com a síndrome do sedentarismo.

Ajudará a diminuir as porções de comida. Você já ficou um tempo realmente longo sem comer e não teve vontade de engolir até a pia da cozinha? Podemos encolher o nosso estômago (estômagos encolhem) ao comer pequenas porções de comida em cada lanche ou refeição, e isso nos ajudará a reduzir essas porções também.
Ajudará a reduzir a alimentação esfomeada. Você já comeu todo o pão da cesta quando chegou ao restaurante? Já comeu a refeição enquanto a preparava?

Irá ajudá-lo a domar a comilança nas festas! Quantas vezes você chegou numa festa de fim de ano, ou num jantar especial, faminto porque estava poupando o consumo de calorias para o evento especial, e então reclamou depois que comeu mais do que pretendia? Se pensarmos melhor, poupar o consumo de calorias antecipadamente nos levará a comer mais depois!
Isso tudo lhe parece familiar? Você deveria tentar comer freqüentemente. Leva-se tempo para organizar e muitas vezes achamos razões para lutar contra a mudança. Mudar os hábitos alimentares requer esforço, mas uma cintura magra e sentir-se melhor não vale a pena?



Alimentos tem virtudes by Ariana Dêgelo
outubro 22, 2008, 1:40 pm
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Os alimentos têm suas virtudes e seus inconvenientes, estes últimos devido, freqüentemente, ao excesso. Cada indivíduo reage de modo diferente, de acordo com a idade, o sexo, o estado de saúde e o estilo de vida.

CAFÉ:

– Benefício: Segundo estudos recentes, grandes consumidores de café correm menos riscos de ter cálculos
biliares.
– Malefício: Por ser adstringente, aumenta o risco de osteoporose nas mulheres.

PEIXE:

– Benefício: O óleo de peixe estabiliza o ritmo cardíaco e fluidifica o sangue, reduzindo o risco de infarto.

– Malefício: A maior fluidez do sangue aumenta o risco de hemorragia, eventualmente , de hemorragia cerebral.

VINHO, CERVEJA:

– Benefício: Vinho moderadamente tem efeito cardio-protetor. A cerveja é menos eficaz.
– Malefício: Vinho, cerveja, destilados em geral, consumidos em excesso provocam doenças, entre elas a mais
grave, a cirrose do fígado.

CARNE VERMELHA:

– Benefício: Como contém ferro, previne anemia.
– Malefício: Se contiver muita gordura, aumenta o risco de câncer e de infarto.

FÍGADO:

– Benefício: A vitamina A contida no fígado é importante para a saúde ocular.
– Malefício: Mulheres grávidas devem consumi-lo moderadamente. A hipervitaminose pode provocar más formações
fetais.

CHOCOLATE:

– Benefício: Contém substâncias fitoquímicas capazes de diminuir o risco de câncer e de acidente
cardiovascular.
– Malefício: Se contiver muita gordura e pouco cacau, pode ser nocivo para o coração e para a circulação.

LEITE:

– Benefício: Fonte de cálcio e de vitamina D, o leite é importante para os ossos e para a dentição.
– Malefício: Contém ácido graxo saturados que aumentam o risco de infarto.

GORDURAS:

– Benefício: Certos ácidos graxos polissaturados são necessários para o desenvolvimento cerebral e ocular.
– Malefício: O abuso de gorduras pode provocar acidentes cardiovasculares, câncer e obesidade.

Fonte: Latin Med



Os Benefícios da Isoflavona da Soja na Saúde by Ariana Dêgelo
outubro 22, 2008, 1:38 pm
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Dra. Viviani Ruffo de Oliveira

A soja vem sendo utilizada atualmente como alimento humano, devido ao seu elevado teor protéico e também por possuir em sua composição compostos como as isoflavonas. As isoflavonas são fitoestrógenos (hormônios vegetais) que estão amplamente distribuídas no reino vegetal, principalmente entre as leguminosas.

Os teores de isoflavonas e suas diferentes formas (genisteína, daidzeína e liciteína), variam de acordo com as condições climáticas e de cultivar da soja. Suas concentrações são determinadas geneticamente e são afetadas por fatores ambientais e pela temperatura.

Evidências científicas vêm demonstrando que as isoflavonas podem trazer benefícios no controle de doenças como câncer, diabetes, osteoporose, doenças cardiovasculares, no tratamento da doença de Alzheimer, nos sintomas da tensão pré-menstrual e da menopausa.

Estudos experimentais e epidemiológicos têm demonstrando grandes benefícios à saúde humana, conseguidos através de uma alimentação com esta rica eguminosa, que já foi chamada de grão mágico.

Acredita-se que a soja tenha atingido o ocidente por volta do século XVI, porém somente no ano de 1882 se tem referência sobre a soja no Brasil, sendo o relato de seu primeiro cultivo no Estado da Bahia, mas o aumento de sua utilização apenas aconteceu nos anos 70, com o interesse crescente da indústria de óleo e a demanda do mercado internacional.

Sua composição nutricional a torna um alimento altamente nutritivo: 35 a 45 % de proteína, 25 a 30% de materiais feculentos, 18 a 20 % de lipídios, 5% de minerais e 10% de água. Vale ressaltar que nela são encontrados aminoácidos semelhantes aos de origem animal, como: arginina, cistina, histidina, isoleucina, leucina, lisina,
metionina, fenilalanina, treonina, triptofano e valina.

Inicialmente a soja era apenas utilizada como alimento animal, porém atualmente esta leguminosa vem sendo mais utilizada na alimentação humana, devido ao seu elevado teor protéico e também por possuir em sua composição compostos polifenólicos como as isoflavonas.

Este artigo apresenta várias pesquisas realizadas com isoflavonas.

Fonte: http://www.nutricaoempauta.com.br/



Comer aveia reduz o colesterol? by Ariana Dêgelo
agosto 5, 2008, 7:33 pm
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Quando alguém procura ajuda para compor uma dieta balanceada, torna-se inevitável a indicação do consumo de cereais. Entre tantos, um que merece grande destaque é a aveia, um alimento de alta qualidade nutricional, rico em fibras solúveis e, que, por esse motivo, auxilia no bom funcionamento do intestino.
Mas quem pensa que essa é a única função desse cereal está muito enganado.
Um estudo recente mostra que uma alimentação suplementada com aveia garante
uma diminuição no nível de colesterol e, por consequência, protege contra
doenças cardiovasculares.
Esse efeito benéfico do cereal acontece porque a aveia atrapalha fisicamente
a absorção de diferentes tipos de gordura no intestino e, por isso, impede sua transformação em colesterol.
O consumo de cerca de 75g de aveia por dia para o bom funcionamento do organismo.
A aveia pode ser consumida em flocos, farelos, mingau ou associado com outro
alimento, com exceção de frituras.
O efeito benéfico com relação à redução de colesterol varia de pessoa para pessoa.
Mas, 70% daqueles que ingerem aveia têm mais chances de conseguir tal diminuição.
Este cereal não resolve por completo o problema do colesterol alto. A aveia é apenas um coadjuvante que auxilia nessa diminuição de colesterol. Aliar uma boa nutrição, exercícios físicos, controle de stress com abandono de vícios nocivos é essencial para o controle do problema.
Confira agora uma dica de alimentação incluindo o cereal: banana no forno com canela em pó, mel e aveia em flocos. Nesse prato, a aveia ajuda a liberar lentamente o açúcar da fruta e do mel. Assim garante disposição para você fazer as suas atividades por um bom tempo.

Fonte: 3Fitness.com



Fique de olho no seu colesterol by Ariana Dêgelo
agosto 5, 2008, 7:31 pm
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Níveis elevados de colesterol estão associados com aterosclerose e doenças coronarianas.
As recomendações dietéticas habituais são para uma ingestão diária de colesterol inferior a 300 mg, quantidade que representa cerca de 50% da quantidade ingerida pelos norte-americanos.
O colesterol, popularmente chamado de gordura do sangue, é uma substância gordurosa, esbranquiçada e sem odor. Não existe nos vegetais, apenas no organismo dos animais. Em pequenas quantidades, é necessário para algumas funções do organismo; em excesso, causa problemas.
Encontrado em todas as células do organismo, é utilizado para a produção de muitas substâncias importantes, incluindo alguns hormônios e ácidos biliares.
O aumento do colesterol.
Muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida, porém, um dos fatores mais comuns é a dieta.
A dieta rica em colesterol inclui grandes quantidades de alimentos de origem animal: óleos, leite não-desnatado e ovos. As gorduras, sobretudo as saturadas, contribuem para o problema do colesterol elevado.
A gordura saturada é um tipo de gordura que, quando ingerida, aumenta a quantidade de colesterol no organismo. Está presente principalmente em alimentos de origem animal. A carne vermelha, mesmo quando aparentemente “magra”, possui moléculas de colesterol entre suas fibras e deve ser evitada.
As margarinas light ou diet devem ser as escolhidas em substituição à manteiga.
As gorduras insaturadas estão presentes principalmente em alimentos de origem vegetal. Elas são essenciais ao organismo, mas o corpo humano não tem condição de produzi-las, sendo utilizado o processo alimentar. A substituição de gorduras saturadas por insaturadas na dieta pode auxiliar a reduzir o colesterol no sangue. Por isso, quando quiser deixar o pão mais saboroso, prefira a margarina
light ou diet à manteiga.
O bom e o mau colesterol
Podemos dizer que existem vários tipos de colesterol circulando no sangue. O total da soma de todos eles chama-se “Colesterol Total”. Como já vimos, colesterol é uma espécie de “gordura do sangue”, e como gorduras não se misturam com líquidos, o colesterol é insolúvel no sangue. Por isso, o colesterol precisa da “carona” de certas proteínas para cumprir as suas funções. A associação dá origem às chamadas lipoproteínas, essas sim, são aptas a viajar por todo o organismo via corrente sangüínea. As lipoproteínas – ou apenas colesterol – assume algumas formas, sendo divididas em “bom colesterol” (HDL – high density, ou alta densidade) e “mau colesterol” (LDL – low density ou baixa densidade). Pesquisas provaram que o bom colesterol (HDL), retira o colesterol das células e facilita sua eliminação do organismo. Por isso é benéfico ao organismo. Já o mau colesterol (LDL), faz o inverso: ajuda o colesterol a entrar nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias sob a forma de placas de gordura. Justamente por isso traz diversos malefícios.
Os níveis de colesterol De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:
• Colesterol Total – abaixo de 200mg/dL de sangue;
• Bom Colesterol (HDL) – acima de 35mg/dL de sangue;
• Mau Colesterol (LDL)-abaixo de 130mg/dL de sangue.
O que fazer para diminuir o nível do mau colesterol
Além de uma alimentação equilibrada, há outras maneiras de evitar o aumento do colesterol e até mesmo diminuí-lo:
• Fazer exercícios físicos – a atividade física pode ajudá-lo a emagrecer e a diminuir suas tensões. Controlando o peso, fazendo exercício ou praticando esporte, você se sente melhor e diminui o risco de infarto;
• Não fumar – o cigarro é um fator de risco para doença coronária. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos;
• Evitar o estresse – uma vida com menos estresse também, diminui o risco de infarto. Procure transformar suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação;
• Fazer uma dieta com baixos níveis de gordura e colesterol – seja rigoroso no controle da alimentação.

Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal têm colesterol. Portanto, dê preferência a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos.
Alimentos que ajudam a diminuir e a aumentar o colesterol.
Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados. Para isso, preste atenção nas duas listas abaixo:
Alimentos ricos em colesterol
• Bacon
• Chantilly
• Ovas de peixes
• Biscoitos amanteigados
• Doces cremosos
• Peles de aves
• Camarão
• Queijos amarelos
• Carnes vermelhas “gordas”
• Gema de ovos
• Sorvetes cremosos
• Creme de leite
• Lagosta
• Vísceras
Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol
• Aipo
• Couve-de-bruxelas
• Bagaço da laranja
• Ameixa preta
• Ameixa preta
• Couve-flor
• Mamão
• Amora
• Damasco
• Mandioca
• Azeite de oliva
• Ervilha
• Pão integral
• Aveia
• Farelo de aveia
• Pêra
• Cenoura
• Farelo de trigo
• Pêssego
• Cereais integrais
• Feijão
• Quiabo
• Cevada
• Figo
• Vegetais folhosos

Pronto, você já sabe o que é o colesterol e como evitá-lo. Na próxima vez que for fazer suas compras, opte por alimentos que ajudem a diminuir o colesterol e pense duas vezes antes de faltar à academia. Seu corpo agradece duplamente!
Carboidratos nossa fonte de energia Ter os músculos definidos é o sonho de muita gente. O problema é que, com medo de engordar, deixam de lado um nutriente que, além de ajudar na definição dos músculos, os carboidratos são uma verdadeira fonte de energia para o nosso organismo.
O que são carboidratos Os carboidratos – também conhecidos como glicídios ou hidratos de carbono – têm como principal função a de servir como combustível energético para o corpo. “Átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio  combinam-se para formar um carboidrato ou uma molécula de açúcar”, explica a nutricionista Marlise Stefani.
Os tipos Para quem não sabe, a unidade básica dos carboidratos é a molécula de açúcar e podem ser divididos em três tipos:
• Monossacarídeos – açúcares tipo glicose (encontrado no sangue), frutose (encontrado nas frutas e no mel)
e galactose (encontrado nas glândulas mamárias);
• Dissacarídeos ou Oligossacarídeos – açúcares duplos: sacarose (dissacarídeo dietético mais comum,
também encontrado na beterraba, na cana-de-açúcar, no sorgo, no xarope de bordo e no mel), lactose (açúcar do leite),
maltose (encontrado em cervejas, cereais e sementes em processo de germinação);
• Polissacarídeos – contêm três ou mais açúcares simples: polissacarídeos vegetais ou apenas amido (encontrado em sementes, milho e nos vários grãos com que são feitos o pão, os cereais, as massas…)
Os grupos
Os carboidratos podem ser divididos em dois grupos: carboidratos simples e complexos:
• Carboidratos Simples – são mais facilmente quebrados no processo digestivo e assim, fornecem energia imediata. São encontrados em frutas e sucos, mas dificultam a perda de peso, pois, como são digeridos rapidamente pelo organismo, eles fazem com que os níveis de açúcar no sangue aumentem rapidamente, ocorrendo assim, a liberação da insulina que consegue colocar os carboidratos para dentro das células de gordura e músculos.
Essa liberação de insulina previne que o corpo utilize a gordura armazenada por causa do excesso de açúcar presente no sangue, dificultando a perda de gordura.
• Carboidratos Complexos – são mais lentamente digeridos, evitando assim, as grandes elevações e queda dos níveis glicêmicos. São eles: arroz, aveia, feijão, massas, batata, milho, pão… Mas tome cuidado para não exagerar!!! O consumo de carboidratos complexos não pode ultrapassar de 60% das calorias totais ingeridas, ou o feitiço acaba virando contra o feiticeiro!

Funções dos carboidratos
Os carboidratos não têm como única função a de fornecer energia para o corpo. Esta é a principal, mas existem outras:
• Poupar a queima de proteínas com finalidade energética;
• Auxiliar a oxidação mais eficiente e completa de gorduras com finalidade energética;
• A glicose é o principal combustível para o cérebro. A falta deste nutriente pode causar danos irreversíveis ao cérebro, pois é ela que irá manter a integridade funcional dos tecidos nervosos.
• Auxiliar na absorção do cálcio;
• A lactose (dissacarídeo) permanece mais tempo nos intestinos, estimulando a ação laxativa.
Por isso, nem pense em reduzir a zero os carboidratos da dieta, pois o organismo passa a usar as proteínas para produção de energia, principalmente às custas da massa muscular, isto é, o atleta ou desportista que se exercita mal alimentado está comprometendo sua musculatura. A ingestão adequada de carboidrato previne o uso da proteína tecidual.

Dra. Marlise Stefani