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GLUTEOPLASTIA: CONTORNO, VOLUME E SEGURANÇA NA MEDIDA CERTA by editorfique10
junho 18, 2010, 4:10 pm
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Implante de silicone na região dos glúteos vira febre entre mulheres e homens, diz pesquisa IBOPE

Apesar de terem sido criados nos anos 60 para cirurgias reparadoras, hoje os implantes de silicone têm sido cada vez mais procurados para cirurgias estéticas. Tanto é que, segundo pesquisa IBOPE, encomendada pela coordenação do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, e que acaba de ser divulgada, no ano de 2009 foram realizadas no Brasil 645.464 cirurgias plásticas, sendo 443.145 cirurgias estéticas (69%).

Dentro das cirurgias que utilizaram próteses de silicone (quase 159 mil), 156.918 foram em mulheres, das quais 5%, ou 7.771, corresponderam à gluteoplastia, que é recomendada para casos de assimetria, hipotrofia e flacidez dos glúteos com aumento e remodelagem das nádegas. Já no que diz respeito ao sexo masculino, acredite: do total de 1.793 homens que colocaram silicone no ano passado, 18% das cirurgias – 320 – também eram de glúteos.

Não é à toa que de acordo com dados da Silimed, única fabricante de implantes de silicone da América Latina, que exporta suas próteses para mais de 60 países, entre eles EUA, Alemanha e Japão, de 2008 para 2009 a procura pelas próteses de glúteo aumentou em 23%, sendo que o Estado de São Paulo é responsável por 33% das vendas, seguido pelo Rio de Janeiro (14%), Goiás (9%), Paraná (8%), Distrito Federal (7%) e Minas Gerais (7%). O tamanho de prótese mais procurado é o de 300 ml, que representa 25% das vendas; o segundo mais requisitado, o de 270 ml, equivale a 23%; e o terceiro colocado é o de 240 ml, que corresponde a marca de 13% das vendas da empresa.

Existem atualmente duas opções de próteses para o glúteo: lisa redonda e quartzo oval. Esta última, lançada recentemente, tem um desenho adequado ao padrão brasileiro. O implante é preenchido com gel de silicone exclusivo capaz de moldar o corpo com eficiência, naturalidade e segurança.

No que diz respeito à cirurgia, existem diversas técnicas, porém a mais utilizada é a que é feita através de uma incisão entre os glúteos com cerca de 5 cm. A partir deste corte a prótese é colocada dentro do músculo, pois ele a protege e possibilita um resultado mais natural. “O pós-operatório exige repouso nas primeiras 24 horas. É possível caminhar já no dia seguinte e retornar ao trabalho após dez dias. Quanto à cicatriz é praticamente invisível”, afirma o cirurgião plástico Raul Gonzalez (SP), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos pioneiros em gluteoplastia.

Nos consultórios médicos, a principal dúvida dos pacientes que pretendem aderir ao procedimento é em relação ao possível incômodo na hora de sentar. Segundo Gonzalez, nos primeiros dez dias de pós-operatório a pessoa deve dormir em decúbito lateral, mas já pode sentar no dia seguinte a cirurgia. As atividades normais costumam ser retomadas 10 dias após a cirurgia, podendo inclusive voltar a dirigir. Ginástica e academia devem esperar dois meses.

O implante no glúteo sozinho, no entanto, não é o suficiente para obter excelentes resultados. “Para ficar satisfeita com a cirurgia, é importantíssimo que a paciente conheça bem o cirurgião plástico, saiba se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, faça todos os exames pré-operatórios solicitados pelo médico, nunca opere em consultório ou clínicas sem condições de dar suporte integral a vida e siga as recomendações no pós-operatório”, complementa Fernando Serra, cirurgião plástico do Rio de Janeiro.

Divulgação:

Yuri Antigo – Rojas Comunicação

(11) 3675-4940 / 3873-6261

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Saiba como prevenir, identificar e tratar a Hipertensão, uma doença que afeta 17 milhões de brasileiros by editorfique10
maio 26, 2010, 4:16 pm
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Segundo pesquisas do Ministério da Saúde e dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão, mais de 17 milhões de brasileiros são hipertensos. A porcentagem da doença aumentou em todas as faixas etárias, já que atualmente, 63,2% das pessoas com 65 anos ou mais sofrem do problema, 14% da população de até 34 anos é atingida, O índice salta para 34,5%, dos 45 aos 54, e para 50,4%, dos 55 aos 64 anos.  Ainda constatou-se que a ocorrência de hipertensão é mais comum no sexo feminino (27,2%) do que no masculino (21,2%).

Dessa forma, grande parte da população (24,4%) é portadora desta doença, que é responsável por 80% dos AVCs (acidentes vasculares cerebrais), 40% dos infartos e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Apesar desses indicadores, apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença.

Mas afinal, o que é a hipertensão? A doença é resultado da alta pressão que o sangue exerce para se movimentar nas artérias. Quando atinge um valor igual ou maior que 140/90 mmHg – ou 14 por 9 – , é necessário cuidado,  porque se não controlada a hipertensão pode acarretar infarto, derrame, insuficiência cardíaca, cegueira, falência dos rins, edema agudo pelo acúmulo de sangue no pulmão, crescimento do coração (miocardiopatia dilatada hipertensiva) e angina (dor no peito).

São sintomas da hipertensão dor de cabeça na região da nuca, visão turva, sensação de cansaço, tontura, sangramento no nariz, náusea e vômito, que geralmente aparecem quando o caso está mais avançado, tornando imprescindível que tanto as mulheres quanto os homens façam sempre um check-up, que inclui uma avaliação clínica para detectar a doença.

Embora a hipertensão seja uma doença muitas vezes silenciosa, existem fatores de risco gritantes que devem ser levados em consideração para ficar em alerta sobre este problema, entre eles estão o histórico da doença na família, ingestão de grande quantidade de bebida alcoólica, tabagismo, dislipidemia (excesso de gordura no sangue), obesidade, vida sedentária, estresse e alimentação com excesso de sal. “Pessoas que têm pressão alta precisam visitar o cardiologista pelo menos a cada seis meses. Já as que tem pressão de até 12 por 8, considerada normal, devem ir ao cardiologista uma vez por ano. As crianças também precisam ter sua pressão acompanhada pelo pediatra. Vale lembrar também que 90% dos indivíduos com mais de 55 anos podem desenvolver hipertensão, mesmo aqueles que nunca tiveram pressão alta”, alerta o cardiologista Hélio Castello, responsável pela área de hemodinâmica dos Hospitais Bandeirantes e Leforte, ambos do Grupo Saúde Bandeirantes, em São Paulo.

Após o diagnóstico da doença, se o caso for considerado leve, o tratamento resume-se em uma alimentação balanceada, exercícios físicos e redução de sal. No entanto, se o problema for classificado como avançado, são receitados remédios vasodilatadores ou que inibam a vasoconstrição. “É imprescindível que paciente não interrompa o tratamento, siga as orientações do médico e tome as medicações corretamente”, afirma Hélio.



19 DE MAIO – DIA MUNDIAL DAS HEPATITES by editorfique10
maio 19, 2010, 3:37 pm
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Mais conhecida como Amarelão, a hepatite é atualmente uma das doenças de maior incidência no mundo. Por isso, dia 19 de maio é o dia da luta contra este problema. “Essa doença consiste na inflamação do fígado, de maneira que compromete suas funções e provoca algumas anormalidades”, afirma Paulo Abrão Ferreira, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Bandeirantes, do Grupo Saúde Bandeirantes, em São Paulo, e do ambulatório de infectologia da UNIFESP.

Entre as anormalidades, destaque para a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubina – pigmento esverdeado usado pelo fígado para produzir bile e ajudar na digestão de gorduras e funcionamento do intestino –, o qual faz com que a pele e as mucosas fiquem amareladas. Assim, quando a pessoa está com hepatite ocorre uma dificuldade de metabolização e eliminação da bile para o intestino. Outra consequência da doença é a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas. Além disso, a hepatite, ao longo dos anos, pode dar origem à cirrose, estágio final da inflamação no fígado que destrói as células, forma fibrose (tecido de cicatrização que não tem a função das células saudáveis), nódulos (outra tentativa frustrada do organismo para realizar as funções das células sadias) e impede que o sangue circule livremente pelo fígado.

Mas, afinal, como se adquire a hepatite? São vários fatores que podem causar a doença, o que faz com que o tratamento e as consequências variem de acordo com cada caso. “A hepatite pode ser auto-imune, no caso do sistema imunológico classificar seus próprios tecidos como estranhos, atacando-os para destruí-los; também pode ser causada por ingestão exagerada de álcool, medicamentos e drogas, visto que é no fígado que essas substâncias são processadas; ou pode ser viral (adquirida através de vírus)”, diz o infectologista.

As hepatites virais, as mais comuns, são classificadas em A, B e C. A do tipo A, conhecida como hepatite do viajante, é transmitida por via oral devido a ingestão de água e alimentos contaminados, no caso de contato com as fezes humanas, sendo comum quando o saneamento básico é precário. Para evitar a contaminação existe vacina apropriada. Quando adquirida, os sintomas começam a aparecer após cerca de 30 dias, sendo que os iniciais são mais amenos, como fadiga, o mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, febre baixa, desconforto na região do abdome e diarréia. Em 60% dos adultos e em 25% das crianças é comum a icterícia. Não é considerada uma hepatite grave e seu índice de mortalidade é muito baixo. Não há um tratamento específico, de maneira que a melhor forma de evitá-la é através da higiene e da vacinação.

Já a hepatite B é transmitida sexualmente ou via sangue (transfusão e uso de drogas ilícitas), agulhas, materiais cortantes contaminados como na colocação de piercings e no processo de realização de uma tatuagem, em tratamentos dentários, alicates de manicures e até mesmo em sessões de depilação. “A doença pode se tornar crônica em 15% dos casos, sendo que dessa porcentagem cerca de 25% a 40% podem evoluir para a cirrose”, revela Ferreira. Seus sintomas se aproximam da hepatite do tipo A e podem ser manifestados após um período de 90 dias. Como prevenção da doença recomenda-se o uso de preservativo nas relações sexuais assim como materiais cortantes e agulhas esterilizadas ou descartáveis. Também são indicadas as três doses da vacina de hepatite B e reforço a cada 10 anos.

A hepatite C, considerada pela Organização Mundial de Saúde o maior problema de saúde pública, é a responsável pela maioria dos transplantes hepáticos, já que estima-se que 3% da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. Essa transmissão, que ocorre mais facilmente do que a AIDS, geralmente acontece através de acidentes profissionais, transfusão de sangue e injeção compartilhada de drogas ilícitas de pessoas que têm o sangue ou secreção contaminados pelo vírus HCV.

Diferente dos sintomas das hepatites A e B, a maioria dos casos de hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, quando eles se manifestam, são muito leves. “O alerta para a doença se faz necessário, visto que mais de 80% das pessoas contaminadas chegam a desenvolver hepatite crônica e só descobrem o problema através de exames pedidos por outros motivos”, complementa. Todos os indivíduos que já apresentaram fatores de exposição ao vírus devem solicitar ao médico que peça o exame específico para o diagnóstico, pois a doença tem um longo período sem sintomas. Em alguns casos, a doença aflora e é percebida décadas após a contaminação, através das complicações: cirrose em 20% e câncer de fígado em 20% dos casos com cirrose. Por isso, a prevenção é imprescindível e pode ser feita com o uso de materiais cortantes esterilizados ou descartáveis, pois não existe vacina para a hepatite C. “O período de incubação do vírus da hepatite C é de 45 dias. Esta doença tem tratamento com interferon peguilado e ribavirina, com chance de cura completa em cerca de 50% dos casos. Possuem melhores respostas ao tratamento os pacientes com idade inferior a 40 anos, do sexo feminino, mais magros”, finaliza o infectologista.

É fundamental a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento especializado das hepatites para evitar complicações futuras.



DICAS PARA FICAR EM DIA COM O MEIO AMBIENTE by editorfique10
março 2, 2010, 2:20 pm
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Em meio a catástrofes naturais – enchentes, terremotos, buracos na camada de ozônio, entre outros problemas – são discutidas em todo o mundo soluções para tentar diminuir as “agressões do homem” sofridas pela terra diariamente, que são, na maioria das vezes, os causadores dos problemas já citados. Pesquisas apontam que, na Amazônia, cerca de 12,5% de sua área original já foram devastados, o equivalente a 75.430 Maracanãs lotados. Esses números deixam explícitos a desconscientização do homem, não só com o desmatamento em si, mas todas as questões ambientais que afetam sensivelmente o ecossistema, seja ele terrestre ou aquático, comprometendo o habitat natural dos animais, o que leva a extinção de várias espécies, retarda a criação das nascentes e desvia os cursos dos rios, desestruturando a cadeia alimentar de toda a fauna.

Dentro desse contexto de conscientização ambiental, a idéia de sustentabilidade ambiental é um fator importante para atingirmos uma qualidade de vida melhor, mas para isso, é necessária a cooperação da sociedade, utilizando mecanismos que atendam as necessidades do presente, mas sem comprometer o futuro. Você sabia que algumas atitudes que tomamos no nosso dia a dia podem contribuir para um planeta melhor em relação ao meio ambiente? Abaixo, algumas dicas da gestora ambiental e diretora da revista Inove Ambiental, Cristiane Morelato, para tornar o planeta ecologicamente mais saudável:
* Reutilização do papel: Existem várias formas de se reaproveitar o papel antes da reciclagem em si. Faça bloquinhos de anotações ou agendas. Para cartolinas, papelão ou bandejas, doe em escolas. Eles utilizam para trabalhos escolares.
* Latinhas de alumínio: O tempo de biodegradação do alumínio na natureza é de 300. Por isso, reutilize o material para fazer artesanato, como porta canetas, copos que podem ser utilizados em viagens, acampamentos ou até para guardar pequenas peças, junto de suas ferramentas.
* Reaproveitamento do pneu (borracha): A borracha demora cerca de 400 anos para se decompor na natureza. “Na hora de trocar os pneus, dê preferência às empresas que fazem recauchutagem, fazendo com que o material tenha uma vida útil maior. Dê preferência ao consumo de produtos, como sandália e tênis com solado à base de borracha”, diz Cristiane.
* Restos de alimentos: Utilize os restos de alimentos para fertilização da terra, como casca de ovo ou de batata. Excelente dica para quem cultiva plantas ou tem horta em casa.
* Reaproveitamento da água: A cada banho de 15 minutos com registro meio aberto, são gastos 135 litros de água. Reduzindo o tempo para 5 minutos, o gasto cai para menos da metade.
* Materiais radioativos: Deposite pilhas e baterias em lugares autorizados, evitando, assim, o contágio do solo por materiais radioativos.
* Vá de bicicleta: Coopere com o trânsito e com o meio ambiente. “Locomover-se pela cidade com sua bike, além de contribuir com a boa qualidade do ar, ajuda a diminuir os índices de congestionamento que tanto prejudicam o país”, incentiva Cristiane.
* Produtos biodegradáveis: Dê preferência a produtos biodegradáveis, chamados de “ecologicamente corretos”. Eles têm em sua estrutura química substâncias mais simples de serem decompostas na natureza.
* Madeira legalizada: Antes de adquirir qualquer produto que contenha madeira, verifique a procedência do material para não incentivar a prática de ilegal de corte de árvores. Dê preferência aos móveis com madeiras de reflorestamento.
* Energia: Adote em sua casa um sistema de energia solar, reduzindo sua conta de luz de forma significativa. Prefira geladeiras e freezers com o selo Procel (Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica). Não guarde alimentos ainda quentes.

E MAIS:
* Escolha tintas à base de água ou silicato de potássio, que não possuem solventes.
* Nos telhados, escolha o modelo verde, no qual podem ser cultivadas algumas espécies de plantas, que ao produzirem O2, reduzem o calor no interior da casa.
* No supermercado, dê preferência às sacolas ecológicas, evitando, assim, a utilização do material de plástico que demora cerca de 100 anos para se decompor na natureza. “Sempre que puder, verifique antes de comprar qualquer produto se o fabricante contribui de alguma forma com o meio ambiente, seja através de algum projeto ou até mesmo através dos produtos que comercializa. Se cada um fizer a sua parte, podemos ter em um futuro não muito distante, um lugar melhor para se viver”, finaliza Cristiane Morelato.



Eduardo Schiesari – campeão brasileiros dos 100 e 200m Nado Livre by editorfique10

Campeão Brasileiro dos 100 e 200m Nado Livre

Francês

O ex-nadador Eduardo Scavone Schiesari, conhecido como Francês, atualmente é o braço direito de Gustavo Borges e o ajudou a criar e preparar as aulas dos DVDs da linha Acqua, lançado pela marca Cepall. Depois de somar medalhas ao longo de sua carreira pelo clube Pinheiros, virou assessor técnico da Metodologia Gustavo Borges e auxilia todas as academias credenciadas que utilizam a metodologia Gustavo Borges. Nessa entrevista exclusiva, Francês fala um pouco sobre sua carreira, medalhas e parceria com seu amigo Gustavo Borges:

Qual o seu papel como assessor técnico da MGB (Metodologia Gustavo Borges)?
Acompanho a implantação da metodologia GB nas academias que adquirem o processo de ensino. O foco é que os parceiros ganhem dinheiro e que queiram sempre ficar na rede.

Junto com Gustavo Borges, você ajudou a desenvolver os exercícios da linha Acqua, da marca Cepall. Qual a importância desses elásticos no desempenho de um nadador?
Aumentar a possibilidade de variações de exercícios e aumentar a intensidade e correções técnicas.

Na gravação dos DVDs você deu suporte ao Gustavo Borges na preparação e nas aulas. Qualquer nadador ou amante da natação conseguirá absorver com facilidade as aulas?
Sim. O professor será capacitado para trabalhar adequando o exercício à habilidade aquática do aluno, assim como à capacidade física de cada um.

Você nadou pelo clube Pinheiros durante muito anos. Como que começou sua parceria com o Gustavo Borges?
Fazer parte do Pinheiros foi um início de contato, porém no projeto acqua academia que treinávamos no final da carreira, afinamos a relação de amizade e daí surgiu a proposta de trabalho em conjunto.

Qual foi a medalha mais importante que ganhou quando disputava campeonatos?
Foi uma medalha paulista que venci o Gustavo Borges , ainda ativo, nos 200 metros livre.

Você tem alguma rotina de exercicios?
Sim, tento manter o processo de atividade física constante. Desde que parei de treinar diariamente, implantei como rotina outros esportes como corrida, bicicleta e muita musculação.

Na academia Gustavo Borges você ministra alguma aula?
Não ministro nenhuma aula.

Qual a modalidade da natação que mais atrai alunos?
É na modalidade infantil que mais temos alunos atualmente.

Como você avalia a atual natação brasileira?
Em franca ascensão.Temos agora não somente ponteiros mas também miolo, sendo assim podemos dizer que estamos agora com um trabalho bem estruturado na base competitiva, que poderá trazer ótimos frutos para a Olimpíada no Rio.

Na sua opinião, quem é o melhor nadador brasileiro ainda na ativa?
Cesar Cielo sem nenhuma dúvida.



Os benefícios e malefícios do verão para o seu coração by editorfique10
dezembro 3, 2009, 11:14 am
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Bastam as temperaturas subirem que todo mundo já quer ir para praia. Apesar da estação mais quente do ano começar no calendário dia 21 de dezembro e acabar dia 21 de março, desde já sofremos com o calor em excesso. É comum as pessoas desejarem entrar em forma rápido para o verão. E para correr atrás do prejuízo causado pelos excessos das festas de fim de ano, rapidamente começam a frequentar academias e fazer qualquer tipo de esporte para ter um resultado imediato. É aí que mora o perigo. De acordo com o cardiologista Hélio Castello, responsável pela área de hemodinâmica do Hospital Leforte, no bairro do Morumbi, em São Paulo, tanto as mulheres quanto os homens sempre esquecem de fazer o check up, que inclui uma avaliação clínica para detectar hipertensão, arritmias, diabetes e exames laboratoriais de rotina, como níveis de glicemia, função renal, colesterol e, dependendo da idade, teste ergométrico. “Quem já sofre de problemas no coração deve realizar uma avaliação cardiovascular e ter prévia autorização médica para a prática do exercício. Use roupas leves e evite malhas sintéticas, pois elas retêm o calor. Vale também a orientação de um professor de educação física”, afirma Hélio Castello.

 O cardiologista alerta quem é hipertenso e diz que o verão ajuda, em parte,  estas pessoas, pois a pressão tende a abaixar, porém deve-se lembrar que o controle com medicamentos deve ser mantido, retornando no médico caso haja necessidade de ajustes, e nunca diminuir a dose por conta própria. A taxa ideal da pressão arterial, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), é de 12 por 8. Até 13 por 9 é considerado dentro do aceitável. “No calor as pessoas não dão a devida atenção à alimentação e muitas vezes ficam ansiosas para melhorar a estética, correndo risco de complicações cardíacas, por não conhecerem bem seu estado clínico”, diz o médico.

Os idosos, com o aumento da temperatura, tendem a ficar desidratados devido a exposição ao sol. Essa desidratação nos dias mais quentes, faz com que aumente a viscosidade do sangue e, portanto, a chance de formação de coágulos (trombos) que causariam o entupimento dos vasos. Para isso, o especialista aconselha a realizar os exercícios físicos sempre de manhã, até às 10h, ou após às 16h, que são os horários em que o sol está menos perigoso e prejudicial, e também controlar a pressão com regularidade (duas vezes ao dia). Tanto cardiopatas quanto pessoas que não sofrem de problemas no coração, devem beber muita água, no mínimo 2 litros por dia, e passar filtro solar diariamente.

Apresentação Dr. Hélio Castello:

– Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro – 1986;

– Especialista em Cardiologia pela UNIFESP;

– Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC);

– Mestre em Cardiologia pela UNIFESP – 1993;

– Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI);

– Membro Fundador da Sociedade Latino-americana de Cardiologia Intervencionista (SOLACI);

– MBA em Gestão Hospitalar e Sistemas de Saúde pela FGV;

– Delegado Regional SUDEST da Diretoria de Qualidade Profissional da SBHCI;

– Responsável pela área de hemodinâmica do Hospital Leforte (Morumbi-SP)

– Diretor da Angiocardio.

Divulgação: Rojas Comunicação 



Marcelo Negrão by editorfique10

Embaixadores do Esporte

Embaixadores do Esporte

Com um saque indefensável no ponto final, Marcelo Negrão se consagrou e ajudou o Brasil a conquistar o até então inédito ouro olímpico, em Barcelona-1992. Nascido em São Paulo (SP), cresceu em Recife (PE), onde começou a jogar vôlei. Eleito por duas vezes melhor jogador do mundo, foi bicampeão da Liga Mundial (1993/2001), campeão da Copa Européia de Clubes (1994) e campeão italiano (1994). Marcelo disputou a Liga Mundial de 2001 e depois foi tricampeão da Superliga em 2003, pelo Ulbra. Casado com Ísis Negrão, Marcelo é pai de dois meninos e é o único dos Embaixadores que continua na ativa, no vôlei de praia – dupla com Adriano.

1-) Jogar vôlei de praia exige muito do preparo físico. O que você faz para manter-se fisicamente?

Treino com bola durante uma hora e meia na areia, mais uma hora de musculação, por dia.

2-) Qual modalidade exige mais esforço físico: vôlei de praia ou de quadra?

A areia,  por ser “fofa”, dificulta na hora da corrida, da impulsão para o salto. Portanto, vôlei de praia desgasta mais.

3-) Que alimentos você consome na sua rotina alimentar?

Como um pouco de tudo, claro, sem exageros. Mas o que não falta no meu prato é carne, seja vermelha ou branca.

4-) Além do vôlei, você gosta de praticar algum outro esporte?

Sim, gosto muito de natação. Por ser um esporte completo, me ajuda a manter e a desenvolver a musculatura.

5-) Qual a sua opinião sobre anabolizantes?

Todos nós sabemos que os anabolizantes não fazem bem algum para a saúde. Te dá uma “falsa” sensação de ter mais força, mas, no final, acaba prejudicando sua vida profissional e particular.

6-) Já faz o uso de anabolizantes durante algum período da carreira?

Nunca usei e nunca vou usar.

7-) Existe diferença nos treinamentos de vôlei de praia e areia?

Sim, muita. Meu corpo era acostumado a jogar em um ambiente fechado, chão liso, sem nenhuma imperfeição, bola mais leve. Agora, na areia, os treinamentos são completamente diferentes. A bola é mais pesada, o posicionamento em quadra é outro, o terreno é irregular e a céu aberto e, com o vento, a trajetória da bola muda, fazendo agente correr mais e, consequentemente, cansar mais.

8 -) Você procura incorporar sua rotina física e alimentar em sua família?

Bom, não imponho nenhuma restrição alimentar aos meus filhos. Deixo eles comerem de tudo, claro, sem exagero. Já minha esposa pratica esportes e se alimenta muito bem.

9-) O que você procura fazer nas suas horas livres para conseguir uma boa qualidade de vida?

Morando em São Paulo, a qualidade de vida fica a desejar. Nas horas livres, gosto muito de viajar, se possível para lugares que tenham praia ou posadas que tenham piscina. Assim, me sinto mais próximo dos meus filhos.

10-) Qual a importância da boa alimentação e praticar esportes?

Nos dias de hoje, com a vida estressante que vivemos, em especial nas grandes cidades, sabemos que a alimentação aliada à atividade física é um ponto fundamental para conseguirmos ter uma qualidade de vida melhor, principalmente na terceira idade.

11-) O que é ficar 10 pra você?

Para mim, ficar 10 é, primeiramente, estar bem consigo mesmo. Isto consequentemente reflete no convívio com a família e os amigos, coisa que nunca abro mão, pois eles são a base da minha vida. Como esportista, ficar bem é estar com a saúde sempre em dia, com uma alimentação balanceada, sem exageros e sempre praticando atividade física. E como não poderia faltar, ficar 10, é quando estou na quadra fazendo o que eu mais amo na vida, jogar vôlei!